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	<description>Espaço aberto para a nossa história</description>
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		<title>A luta entre o bem e o mal ganha um aliado de peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 00:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÁgoraECA resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[“Ecos de Badajoz, uma fábula de nosso tempo”: resenha de Fernando Brengel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<h5><em>“Ecos de Badajoz, uma fábula de nosso tempo”, de João Batista de Andrade, revela as contradições humanas, levando-nos a pensar na realidade em que estamos inseridos, bem como em nossas próprias atitudes.</em></h5>
<p>A luta do bem contra o mal mexe com as nossas certezas, fazendo-nos refletir a respeito do lado da moeda que melhor nos representa. Ao mesmo tempo, abre espaço para considerações morais, éticas, comportamentais, entre outras tantas. Um jogo revelador das contradições humanas, das permissividades, muitas vezes justificadas em função da realidade em que estamos inseridos, ou da necessidade de autopreservação, capaz de alterar nossas atitudes. Embate que nos coloca à prova, principalmente no momento em que as nossas fragilidades falam mais alto.</p>
<p>O tema, presente nas várias formas de expressão intelectual e artística – destaque para os cordéis, que o exploram de maneira magnífica – ganha um aliado de peso. <strong><em>“Ecos de Badajoz, uma fábula de nosso tempo”</em></strong>, de João Batista de Andrade, é uma viagem ao universo dos valores antagônicos de suas personagens – e por que não, de nós mesmos? – revelando que a sordidez de alguns deles não logra êxito pois é barrada pela força de caráter daqueles que não se rendem ao fácil, ao vil, ao desonesto. Qualquer semelhança com a realidade, portanto, não é fruto do acaso, mas sim um recado direto do autor: o mal não passará!</p>
<p>Cineasta e escritor dos mais notáveis, em <strong><em>“Ecos de Badajoz” </em></strong>João Batista de Andrade apresenta-nos Poliana. Nascida em Docelândia, filha dos donos de uma fábrica de guloseimas, a jovem podia consumir quantas iguarias quisesse pois quanto mais comia mais emagrecia. A notícia chamou a atenção de Benkisto, que a seduziu e casou-se com ela. O rapaz tinha tudo para se consolidar como herói: evitou uma tragédia em sua comunidade, quando brecou um elefante enfurecido que a invadiu e poderia ter arrasado o que estivesse à frente. No entanto, cego pela ganância abraçou um caminho tortuoso, repleto de perversidade e mentira, para o qual arrastou Poliana, transformando-a em trampolim para alcançar o poder. Afinal, como diz, <em>“O importante na vida é ganhar!” </em>seja lá de que forma.</p>
<p>Atentos aos acontecimentos, os frequentadores do Bar do Peixe Vivo passam a tecer considerações a respeito dos fatos que se sucedem. Seu dono, o espanhol Buenura, testemunha dos horrores da Guerra Civil Espanhola responsável por dizimar a sua cidade natal, Badajoz, é discreto, porém firme na defesa do justo, do bom, do honesto. Já a dupla Solano e Trindade, atenta a cada movimento ao seu redor, transforma em música a narrativa que lhes cabe na trama.</p>
<p>Sensibilizados com a situação da moça, bem como indignados com outras figuras de má índole presentes na novela, registram de maneira poética suas impressões a respeito da existência, dos desvios de conduta e dos subterfúgios em que se escoram os ruins para justificarem suas derrapadas no campo da retidão. Algo que lamentam, como pontua Trindade:</p>
<blockquote><p>
<em>“Somos cantadores / Não perseguimos a glória / Eu também gostaria / De aliviar nossas dores / E mudar a história”.</em>
</p></blockquote>
<p>João Batista de Andrade constrói a ação somando prosa e poesia, algo enriquecedor, ainda mais se considerarmos que, além dos compositores, as personagens expressam-se em versos, cabendo ao narrador conduzir a trama. Engenharia textual criativa, bem alinhavada e atrativa ao leitor.</p>
<p>Outro ponto de destaque é a perspicácia do autor em nomear os participantes da obra de acordo com a essência de cada um. <strong>Poliana</strong>, como sabemos, define-se pela pureza e graciosidade, pela ingenuidade e crença no lado bom das pessoas. <strong>Benkisto</strong> vem de benquisto, a antítese do homem ardiloso e cruel que se revelou. Na verdade, o que ele deseja ser, mas não é. <strong>Buenura</strong> mostra as qualidades positivas, a postura límpida do dono do bar. <strong>Solano e Trindade</strong>, especulo com o direito de errar, pode ser uma homenagem ao poeta, folclorista, ator, teatrólogo e cineasta pernambucano Solano Trindade, conhecido como <em>“o poeta do povo”</em>, um dos nomes mais importantes do movimento negro do país. Um homem dedicado às artes e à luta por justiça.</p>
<p>Há uma pergunta, no entanto, que acompanha a leitura desde o início: qual a relação de Badajoz e da Guerra Civil Espanhola com tudo o que é apresentado no texto? Com extrema habilidade, João Batista de Andrade nos conduz à resposta que, para muitos de nós, pode ganhar um forte eco devido a tudo o que presenciamos nos últimos tempos.</p>
<p><strong><em>Fernando Brengel</em></strong></p>

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			<h4>Sobre o autor</h4>
<p>Doutor em Cinema pela ECA, onde também lecionou, <strong>João Batista de Andrade é cineasta</strong>, tendo dirigido 40 filmes, entre eles o premiado <strong><em>“O homem que virou suco”</em></strong>. Dedicado às letras, publicou cerca de uma dezena de livros, incluindo o recente <strong><em>“Ecos de Badajoz”</em></strong>.</p>
<p>Com passagens como secretário da Cultura do Estado de São Paulo e presidente do Memorial da América Latina, recebeu o troféu Juca Pato de Intelectual do Ano de 2014. Sua carreira, iniciada nos anos 1960, é uma das mais brilhantes e extensas do panorama cultural brasileiro. Um artista que vem influenciando gerações com sua inteligência e talento.</p>

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			<h4>Serviço</h4>
<p><em>“Ecos de Badajoz, uma fábula de nosso tempo”</em>, João Batista de Andrade. Editora Patuá, 2025, à venda na Amazon, bem como pelo site da editora: <a href="https://www.editorapatua.com.br/">www.editorapatua.com.br</a>.</p>

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			<p><strong><a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/03/17/fernando-brengel/">Fernando Brengel</a></strong> é publicitário formado pela Escola de Comunicações e Artes da USP &#8212; ele entrou na turma 1982, mas acabou fazendo o curso de Publicidade e Propaganda com a turma de 1983. É diretor de criação da agência Presença Propaganda e diretor da Empório Barilotto Bebidas &amp; Sabores.</p>

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			<h4>Leia também:</h4>

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		<title>“Prometeu Acorrentado” (1974)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 16:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em aula]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[em aula]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1973]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1974]]></category>
		<category><![CDATA[Virgílio Noya Pinto]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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			<p>Cena de audiovisual realizado para a disciplina <strong>História da Comunicação</strong>, ministrada pelo professor <strong>Virgílio Noya Pinto</strong>, em 1974, por alunos das turmas de 1973 e 1974. O trabalho baseou-se na peça “Prometeu Acorrentado”, com direção de <a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/08/01/walcyr-carrasco/"><strong>Walcyr Carrasco</strong></a>, em leitura “psicodélica”. Na foto, contracenam <strong>Marilda de Oliveira</strong> e <strong><a href="https://www.agoraeca.com.br/2026/04/15/francisco-alves/">Francisco Alves</a></strong>, que cursaram Jornalismo, assim como Walcyr Carrasco.</p>
<p>“A sessão de fotos trouxe uma grande dificuldade, porque tinha que ser feita à luz do dia, com atores nus e o local mais apropriado era o anfiteatro de arena, que ficava próximo ao antigo prédio da Filosofia. Quem fez o papel de Prometeu foi <strong>Renato Lemos</strong>, que era aluno do curso de <strong>Música</strong> e muito cobiçado pelas mulheres, por seus olhos esverdeados à la Chico Buarque. Eu fiz o papel de Zeus (usava barba e tinha cabelos compridos). Quando as meninas ficaram sabendo da sessão de fotos, foram se esconder por trás do muro do teatro, para ver a nudez de Renato. Mas ele posou para a foto de lado e as meninas, assim como as funcionárias da Filosofia que estavam ‘brechando’ pelas janelas do prédio, não conseguiram ver muita coisa. Mesmo assim gostaram do que viram, pois aplaudiram. Ao descobrir que tinha sido visto ‘pelado’ pelas meninas, Renato ficou meio envergonhado, mas também lisonjeado, por ver o interesse de tantas mulheres em sua beleza. Pra mim ninguém deu bola, mesmo porque nunca fui bonito e só topei fazer a foto de cueca.” – Francisco Alves.</p>

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		<title>Francisco Alves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1973]]></category>
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					<description><![CDATA[Depoimento de Francisco Alves, Jornalismo 1973]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<h4><strong>A ECA foi uma boa escola para mim. Em todos os sentidos.</strong></h4>
<p>Ingressei na ECA em 1973. Na época, o aluno ingressante escolhia entre as áreas de Comunicações (que incluíam Jornalismo, Relações Públicas, Editoração, Biblioteconomia, Rádio e TV) e Artes (Artes Plásticas, Música e Teatro). Naquela época, a ECA só oferecia cursos diurnos, o que dificultava o ingresso de alunos que já tinham que trabalhar para sobreviver, que era o meu caso. Eu tinha um emprego na então companhia aérea Varig, onde trabalhava das 8 da manhã às 5 da tarde e o curso de Comunicações só era oferecido de manhã. Eu não podia renunciar à vaga, porque havia sido o único aluno de uma turma do cursinho Equipe a ser aprovado no vestibular. E desde aquela época era muito difícil ingressar na ECA. Tive que pedir demissão do emprego, vivendo os primeiros meses com o dinheiro que havia recebido do FGTS. Por sorte, eu podia fazer as refeições no restaurante do CRUSP, que então nada cobrava, desde que o aluno tivesse carteirinha. Quanto à moradia, eu vivia em uma república, o que amenizava o preço do aluguel.</p>
<p>Todos os alunos da ECA frequentavam o curso básico, de dois anos, e depois escolhiam em que gostariam de se formar. Inicialmente escolhi <strong>Rádio e TV</strong>, mas depois de um semestre tive um entrevero com uma das professoras que lecionava História do Rádio, o que me desgostou. Eu gostava muito do curso de Rádio e TV, chegamos a fazer algumas produções em laboratório, mas como a profissão não era regulamentada, resolvi me direcionar para o <strong>Jornalismo</strong>. Uma pena, pois logo depois alguns colegas de turma foram convidados para um estágio na TV Cultura (<strong>Bia Rosemberg</strong>, <strong>Bete Carmona</strong>, <a href="https://www.agoraeca.com.br/2025/11/13/gabriel-priolli/"><strong>Gabriel Priolli</strong></a>, dentre outros), por Júlio Lerner e fizeram carreira, permanecendo na emissora por muitos anos.</p>
<p>Naquela época, o ambiente político no Brasil era muito tenso, pois vivia-se no ápice da ditadura militar de 1964, que havia atingido o auge da repressão após o <strong>Ato Institucional número 5</strong> (o famigerado AI-5), de 1968. A USP havia perdido muitos <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/05/08/professores-cassados/">professores, perseguidos pela ditadura</a> e que foram presos ou decidiram se exilar no exterior, principalmente no Chile e depois em outros países, depois que houve o golpe militar de Pinochet.</p>
<p>Naquele ano, 1973, a perseguição política no âmbito da USP era muito forte e um episódio marcante foi a prisão do estudante de Geologia <a href="https://www.agoraeca.com.br/2024/04/17/camilo-vannuchi-lanca-livro-e-podcast-sobre-alexandre-vannucchi-leme/"><strong>Alexandre Vannucchi Leme</strong></a>, que acabou falecendo devido a torturas nas dependências do DOI-CODI, embora a polícia política tenha “fabricado” a versão, divulgada pela imprensa, de que ele havia sido atropelado por um caminhão, ao tentar escapar da polícia. A farsa foi denunciada pela família, mas a imprensa, sob censura, não pôde publicar. Mesmo assim, o cardeal arcebispo de São Paulo decidiu realizar uma missa de sétimo dia na Catedral da Sé, onde denunciou publicamente a versão pública do atropelamento. A missa ficou marcada como a primeira grande manifestação pública contra a ditadura e denúncia da tortura no governo Médici, que era tido como o mais truculento durante o período da ditadura. Boa parte dos alunos da ECA, assim como de outras unidades da USP, foi à missa. Na época, havia muita integração entre os alunos da ECA e da Geologia, que costumavam fazer festas animadas, regadas a muito chope (a bebida alcoólica ainda não era proibida no campus). Outros alunos da Geologia também foram presos, acusados de pertencer a organizações políticas clandestinas, como a <strong>ALN (Ação Libertadora Nacional)</strong>, liderada por <strong>Carlos Marighela</strong>, que foi assassinado pela polícia política.</p>

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			<p>O clima na ECA também era “pesado”. Lembro que havia um professor de Teoria da Comunicação, no curso básico, de sobrenome Vilches. Creio que o primeiro nome era Cláudio. Ele era chileno, fiel adepto e defensor de Pinochet e reprovava qualquer trabalho que tivesse algum cunho ideológico de defesa da democracia ou críticas à ditadura. Nosso grupo, por sugestão do colega <strong>Fred Ghedini</strong> (que posteriormente chegou a presidir o Sindicato dos Jornalistas), sugeriu que fizéssemos nosso trabalho da disciplina do professor Vilches baseado na teoria de Paulo Freire, o educador brasileiro que ficou mundialmente conhecido por pregar o seu método de educação democrática, dialógica e participativa, tendo sido, por isso, perseguido no Brasil e exilado. Fred Guedhini participava de um curso de alfabetização para adultos, em uma comunidade do Butantã, juntamente com o músico <a href="https://www.agoraeca.com.br/2023/03/31/voce-sabia-29/"><strong>Luiz Tatit</strong></a>. Fizemos, como trabalho de apresentação à disciplina da Teoria da Comunicação, um audiovisual sobre o <strong>Método Paulo Freire</strong> que terminava com um som de desfile militar e imagem apenas das botas dos soldados no desfile. Quando terminou a exibição, o professor Vilches ficou possesso e, evidentemente, nos reprovou no trabalho. Eram tempos obscuros.</p>
<p>Eu e Fred Ghedini tivemos problemas também em uma outra matéria, ESPB (Estudos Sociais e Problemas Brasileiros) que havia sido instituída por um decreto do governo militar, ministrada por um professor da família Reale, cujo nome não me lembro. Ele era também um conservador ferrenho. Em um dos trabalhos para a disciplina, eu e Fred usamos como bibliografia um livro de Luís Carlos Bresser Pereira, que era considerado pelo professor como um esquerdista. Também fomos reprovados, o que questionamos, pois sabíamos que tínhamos feito um bom trabalho. Pedimos ao professor que nos explicasse a razão da baixa nota e ele nos disse que “não tinha qualidade”. Mas nós sabíamos que tinha. O professor se recusou a mudar a nota, então recorremos ao Conselho da Escola, que tinha um bom representante dos alunos, creio que <strong>Rodrigo Naves</strong> (que se tornou depois um famoso crítico de arte). O Conselho decidiu que o professor aplicasse outra prova somente a nós, o que ele fez de muito má vontade, evidentemente. Caprichamos, mas ele nos deu apenas um cinco, que era a nota mínima para aprovação.</p>
<p>Mas nem só de professores direitistas ou conservadores vivia a ECA. Havia também docentes como <strong>Virgílio Noya Pinto</strong>, que ministrava <strong>História da Comunicação</strong> e dava muita liberdade de criação. Nosso grupo, por exemplo, resolveu fazer uma radionovela do romance “Madame Bovary”, do francês Gustave Flaubert, e ele aplaudiu. Outro grupo fez um audiovisual com a peça Prometeu Acorrentado, da qual ele também gostou, embora tenha criticado a leitura totalmente psicodélica. Quem dirigiu o audiovisual foi <a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/08/01/walcyr-carrasco/"><strong>Walcyr Carrasco</strong></a> (que fez, e ainda faz, muito sucesso como autor de telenovelas), e lembro que a sessão de fotos trouxe uma grande dificuldade, porque tinha que ser feita à luz do dia, com atores nus e o local mais apropriado era o anfiteatro de arena, que ficava próximo ao antigo prédio da Filosofia. Quem fez o papel de Prometeu foi <strong>Renato Lemos</strong>, que era aluno do curso de Música e muito cobiçado pelas mulheres, por seus olhos esverdeados à la Chico Buarque. Eu fiz o papel de Zeus (usava barba e tinha cabelos compridos). Quando as meninas ficaram sabendo da sessão de fotos, foram se esconder por trás do muro do teatro, para ver a nudez de Renato. Mas ele posou para a foto de lado e as meninas, assim como as funcionárias da Filosofia que estavam “brechando” pelas janelas do prédio, não conseguiram ver muita coisa. Mesmo assim gostaram do que viram, pois aplaudiram. Ao descobrir que tinha sido visto “pelado” pelas meninas, Renato ficou meio envergonhado, mas também lisonjeado, por ver o interesse de tantas mulheres em sua beleza. Pra mim ninguém deu bola, mesmo porque nunca fui bonito e só topei fazer a foto de cueca.</p>

		</div> 
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			<h4><strong>A primeira greve estudantil pós-1968</strong></h4>
<p>O diretor da ECA na época era um português salazarista confesso, Manuel Nunes Dias, que perseguia ou demitia qualquer professor que tivesse alguma atitude mais democrática. Em março de 1975, ele aplicou uma punição ao professor <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/07/16/professores-cassados-sinval-medina/"><strong>Sinval Medina</strong></a>, promovendo a reprovação do seu exame e impedindo que ele exercesse a docência na ECA. O diretor também impediu a realização de uma feira de livros e mandava retirar cartazes do movimento estudantil dos murais da escola.</p>
<p>Em solidariedade ao professor e motivados pelo clima repressivo na escola, no início de abril os alunos deflagraram a <strong>primeira greve estudantil no Brasil após 1968</strong>. Como punição, a diretoria determinou a destituição da diretoria do Centro Acadêmico, numa tentativa de acabar com a greve. Mas o que aconteceu foi que a greve obteve apoio em diversas unidades da USP (até os alunos da Poli, normalmente bastante conservadores, apoiaram). Houve apoio também de universidades de fora, como a UFPR, a PUC São Paulo e até das Faculdades Anhembi. Apesar de haver forte vigilância da repressão política na USP (havia muitos agentes infiltrados, disfarçados e matriculados como alunos, chamados pelos alunos de “ratos” e que não faltavam a qualquer reunião, para anotar nomes, principalmente das lideranças), a greve ganhou corpo e culminou com uma assembleia no dia 8 de maio, reunindo mais de mil estudantes. E foi aceso o estopim para a recriação do <strong>Diretório Central dos Estudantes (DCE)</strong>, que havia sido tornado clandestino em 1969.</p>
<p>Como forma de angariar fundos para a sustentação da greve, uma comissão de alunos, da qual eu fazia parte, resolveu realizar um show na Poli, que tinha um auditório grande. Mas o uso o auditório não foi permitido pela direção da Poli e tivemos que organizar o show em um outro espaço, no primeiro andar, aberto, o que dificultava a cobrança de ingressos. Para fazer o show, convidamos o músico cearense Ednardo, que estava fazendo sucesso, junto com músicos como Belchior e outros do grupo Pessoal do Ceará (Rodger Rogério, Teti, Cirino&#8230;). Adiantamos para Ednardo que não tínhamos dinheiro para cachê e que a arrecadação seria para apoiar a greve. Ele topou, pedindo que pagássemos apenas os músicos com uma parte da arrecadação. O show foi um sucesso e nos deu algum dinheiro para bancar a impressão de panfletos e compra de outros materiais.</p>
<p>Conseguimos manter a greve por <strong>73 dias</strong>. Foi um período de muita agitação, com reuniões ou miniassembleias quase diárias na frente do prédio da ECA. Com a diretoria do Centro Acadêmico destituída, um grupo de alunos ativistas, ligados à tendência <a href="https://www.agoraeca.com.br/2025/04/18/libelu-abaixo-a-ditadura-vencedor-do-festival-e-tudo-verdade-2020/"><strong>Liberdade e Luta</strong></a>, assumiu o controle da entidade e as dependências físicas onde ficava o <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/11/10/sobre-a-eca-voce-sabia-15/"><strong>CA Lupe Cotrim</strong></a> (nome oficial do Centro Acadêmico), apesar dos protestos de antigos membros da diretoria.</p>
<p>Porém, os objetivos da greve, que eram principalmente a destituição do diretor, não foram atingidos. Ele permaneceu no cargo até o seu mandato. E nós, alunos, tivemos que amargar um semestre de perda do ano letivo. Eu deveria ter me formado em 1977, mas só obtive meu diploma de Bacharel em Comunicações com especialização em Jornalismo em meados de 1978. Mas a semente germinou e em 1976 o <strong>DCE da USP</strong> foi recriado, detonando um processo de reorganização do movimento estudantil em todo o Brasil.</p>
<p>No segundo semestre de 1975, mais precisamente no mês de outubro, outro episódio “balançou a ECA”. O jornalista <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/07/07/professores-vladimir-herzog/"><strong>Vladimir Herzog</strong></a>, que além de lecionar na ECA era diretor de jornalismo da TV Cultura, foi denunciado por um “jornalista” do jornal Shopping News, que era um adepto ferrenho da ditadura. O “jornalista”, de nome Cláudio Marques, fez uma denúncia aberta, acusando Herzog de estar transformando a TV Cultura em uma célula do Partido Comunista. O professor apresentou-se espontaneamente ao DOI-CODI para prestar esclarecimentos, mas foi preso, torturado e morreu no mesmo dia. No dia seguinte, os militares montaram uma nova farsa, desta vez diferente da que haviam montado para <a href="https://www.agoraeca.com.br/2024/04/17/camilo-vannuchi-lanca-livro-e-podcast-sobre-alexandre-vannucchi-leme/"><strong>Alexandre Vannucchi Leme</strong></a> e publicaram a foto do corpo de Herzog pendurado na grade da prisão, com um cinto no pescoço, afirmando que ele havia se enforcado. O enterro de Herzog, apesar de resistências por parte da comunidade judaica, foi feito no Cemitério Israelita do Butantã e acompanhado por algumas centenas de estudantes, muitos da ECA, que acompanharam o cortejo a pé, apesar da distância, de alguns quilômetros. O cortejo, acompanhado de perto pela polícia, parou a rodovia Raposo Tavares naquela manhã.</p>
<p>Não acreditando na farsa montada pelos militares, a opinião pública se mobilizou. Novamente o cardeal arcebispo dom Paulo Evaristo Arns decidiu realizar um culto ecumênico na Catedral da Sé, juntamente com o rabino Henry Sobel e o pastor James Wright. Uma grande multidão lotou a igreja e a praça da Sé, vigiada por um enorme contingente militar, que tomou conta dos arredores da catedral. A manifestação pública de grandes proporções, embora de cunho religioso, marcou o início do movimento que balançaria o regime militar – o então presidente Geisel teve que demitir o comandante do II Exército, em São Paulo, que apoiava as operações do DOI-CODI. Pode-se dizer que esse ato foi o <strong>estopim do movimento Diretas Já</strong>. Após o ato da Sé sucederam-se várias passeatas, em que estudantes da ECA estavam na linha de frente.</p>
<p>Aliás, o ano de 1976 foi muito ativo na ECA, porque o pessoal que assumiu o Centro Acadêmico – dentre os quais se destacavam <strong>Mário Sérgio</strong> <strong>Conti,</strong> <strong>Rodrigo Naves</strong> e <strong>Roberto Melo</strong> (que não sei por qual razão era apelidado de “Bebê Diabo”) – era muito ativo e promovia diversas atividades culturais: shows musicais, apresentação de filmes, palestras com convidados ilustres e conversas com cineastas, principalmente diretores dos filmes produzidos na Boca do Lixo, como Rogério Sganzerla, Ozualdo Candeias e Carlos Reichenbach. Alunos de várias unidades da USP compareciam a essas atividades. A ECA, naquele período, era uma espécie de “caldeirão cultural”. Não sei como é hoje, mas havia muita integração entre os alunos dos vários cursos, principalmente Jornalismo, Cinema, Música e Teatro.</p>
<p>A atividade teatral também era muito intensa. Destacamos a apresentação de duas peças: “Liberdade, Liberdade”, de Millôr Fernandes, e uma colagem de vários textos, denominada “Vestido de Noiva, Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá”, com textos que iam desde Abílio Pereira de Almeida, passando por Nelson Rodrigues, Gianfrancesco Guarnieri e Dias Gomes. Nesta, participei como ator em alguns papéis, com destaque para o Zé do Burro, da peça “O Pagador de Promessas”, de Dias Gomes. Com meus colegas <strong>Renato Lemos</strong> e <strong>Sergio de Oliveira</strong>, fizemos duas canções para a peça, uma das quais denominada <strong>Cena Final</strong>, que ganhou um festival de música na cidade de Campinas, do qual também participou Itamar Assumpção, com a música “Luzia”, que ficou em segundo lugar e em minha opinião deveria ter ganhado.</p>
<p>Depois, ao longo dos anos, continuei fazendo parceria musical com Renato Lemos e compusemos várias canções, gravadas em disco, mas que não fizeram sucesso. Também participamos com uma música no <strong>Festival Universitário da TV Cultura</strong>, em que o grande ganhador foi <strong>Arrigo Barnabé</strong>, que foi contemporâneo nosso na ECA, com a música “Diversões Eletrônicas”. A nossa, denominada <strong>“Glória (Maninha)”</strong>, ficou em quarto lugar. Renato Lemos e eu continuamos grandes amigos até hoje. Na peça “Vestido de Noiva&#8230;” também protagonizei a foto do cartaz que era grudado nos pontos de ônibus da USP. Ficou uma foto meio esquisita, pois eu aparecia com meu cabelo comprido e barba, vestido de noiva, no alto de uma escada. Ainda bem que nenhum de meus parentes viu essa foto, porque certamente iria ferir o conservadorismo cearense.</p>

		</div> 
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			<p>Fizemos também outra peça, com textos de Bertold Brecht, na qual também atuei e para a qual também compusemos duas músicas (eu e <strong>Sérgio de Oliveira</strong>). Essa peça foi apresentada no <strong>Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação</strong> de 1974, realizado em Fortaleza e lembro que na época tivemos dificuldade para aprovar o espetáculo na censura. É que, então, qualquer peça de teatro, assim como músicas que eram gravadas, tinham que ser enviadas previamente para a censura, para que os senhores censores verificassem se nada havia que pudesse atentar contra “a moral e os bons costumes”, ou melhor, se não continham críticas contra a ditadura. O chefe da censura no Ceará, evidentemente, não tinha a menor ideia de quem tinha sido Bertold Brecht. Tanto, que, no ensaio prévio, exclusivo para a censura, ele perguntou se Brecht estava presente. Evidentemente ele não entendeu nada das críticas que os textos de Brecht continham contra o regime nazista e liberou a peça, recomendando que não deveríamos fazer a apresentação, porque em sua opinião o espetáculo era “muito ruim”. Não foi a opinião das centenas de estudantes que assistiram à peça, apresentada na Faculdade de Direito da UFC, e aplaudiram com entusiasmo. Um dos atores de destaque dessa peça foi <strong>Caio Túlio Costa</strong>, que depois fez uma brilhante carreira no jornalismo, primeiramente como editor do jornal “Leia Livros”, que era publicado pela Editora Brasiliense, e depois na Folha de S. Paulo, onde se tornou Secretário de Redação, e no UOL, cuja criação ele comandou.</p>

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			<h4><strong>Um novo jornal, feito com jornais velhos</strong></h4>
<p>Mas talvez a nossa grande atuação na ECA tenha sido a criação do jornal <strong>Dois Pontos</strong>. Como a escola não tinha jornal laboratório, não havia muito como praticar jornalismo e decidimos, um grupo de alunos, criar o nosso próprio jornal. Com a venda de jornais velhos acumulados durante meses em nossa república e mais uma “ação entre amigos”, juntamos o dinheiro necessário para pagar metade do custo de impressão do jornal, com uma tiragem de 5 mil exemplares, que eram vendidos de mão em mão e em algumas bancas da Cidade Universitária.</p>
<p>O primeiro número vendeu o suficiente para pagarmos a gráfica. Mas em seguida fizemos uma edição com uma matéria com o título “Sexo na USP”, com entrevistas das estudantes da Psicologia, que eram liberais, e alunos da Poli, bastante conservadores, que admitiam sexo antes do casamento, desde que não fossem com suas namoradas. A ilustração da capa era um desenho do livro “Kama Sutra”. A edição foi um sucesso e a tiragem se esgotou rapidamente. Tivemos que fazer uma reimpressão. Mas a matéria nos “desgraçou”: o mesmo “jornalista” Cláudio Marques, que havia denunciado Herzog, escreveu uma matéria no jornal afirmando que o jornal estudantil <strong>Dois Pontos</strong> havia publicado uma matéria digna dos “pornoshops” de Amsterdã. E perguntava o que andava fazendo o secretário de Segurança Erasmo Dias, que não via o que estava acontecendo na USP, que se tornara um antro de subversão política e agora moral. A denúncia chamou a atenção da polícia política sobre nós. Esse “jornalista”, felizmente, foi expulso do Sindicato dos Jornalistas, por decisão de uma assembleia que lotou as dependências do Sindicato na rua Rego Freitas.</p>

		</div> 
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			<p>A coisa se complicou no número seguinte do jornal, quando publicamos uma matéria sobre “Roças Comunitárias”, que foi ilustrada com uma xilogravura feita pelos presos políticos do presídio do Barro Branco, em São Paulo. O resultado foi que os estudantes que faziam o jornal começaram a ser chamados para depor no DOPS. Integravam a redação do jornal algumas “moças de família” como <strong>Sílvia Poppovic</strong>, cujo pai era diretor da Editora Abril, <strong>Maria Teresa Pinheiro</strong> (que fez carreira na rede Globo) e outras. Elas foram escolhidas para iniciarem os depoimentos, o que foi favorável para nós, porque contrariaram as expectativas dos agentes do DOPS, que, acredito, esperavam ver alguns barbudos com cara de terrorista. A grande preocupação do DOPS era saber que organização terrorista estava apoiando o jornal. Acho que se convenceram que não havia nenhuma, o que era verdade. Assim, depois do depoimento elas foram dispensadas, com o conselho de parar com o jornal. Mas eu, que fui depor alguns dias após o depoimento das moças, não tive a mesma sorte e acabei levando alguns sopapos do delegado que me interrogou. Felizmente, não fui preso.</p>
<p>A perseguição da polícia política acabou gerando uma divisão entre os alunos que faziam o jornal e o <strong>Dois Pontos</strong> acabou. Um grupo remanescente decidiu fazer um outro jornal, de nome <strong>Avesso</strong>, que tinha caráter mais cultural. Porém, o Avesso também não teve vida longa.</p>
<p>Com a minha formatura, em 1978, deixei de frequentar a ECA e fui cuidar da vida, pois tinha uma família para sustentar. Mas continuei participando ativamente de atividades políticas, no Sindicato dos Jornalistas, no movimento Diretas Já, na luta pela Anistia e depois na fundação do Partido dos Trabalhadores.</p>

		</div> 
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			<blockquote><p>
A ECA foi uma boa escola para mim.</p>
<p>Em todos os sentidos.
</p></blockquote>

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	</div> </div></div></div></div>
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			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Aluno</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Francisco Alves</td>
<td>1973</td>
<td>Jornalismo</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que encenar Shakespeare hoje?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:15:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[direção teatral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto da diretora teatral Daniela Stirbulov]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<p>Lidar com os desafios shakesperianos é abrir espaço para o risco, para a escuta do tempo presente, para o confronto com o que somos – e com o que podemos ser. É expandir o entendimento sobre a vida: as relações humanas em sua complexidade e contradições. Tudo está ali. Vilões e heróis se confundem nas máscaras sociais. Shakespeare permanece vivo pela teatralidade vibrante que suas obras oferecem. Assim, mergulhei no mar e na ventania de O Mercador de Veneza.</p>
<p>Estar à frente da direção me possibilitou criar um universo contemporâneo. A história, escrita no contexto do capitalismo emergente do século XVI, foi transportada para os anos 1990 – década marcada pela aceleração da globalização e pelo surgimento de uma nova ordem mundial. Estabelecemos a Bolsa de Valores como espaço central, implantando a atmosfera das negociações financeiras do tempo presente e o dinheiro como motor principal das relações.</p>
<p>Durante os ensaios, os paralelos com a proposta foram se delineando, e diversas ideias surgiram ao longo do processo de investigação cênica. Nos deparamos com a fronteira entre dois mundos – Veneza e Belmonte – e ampliamos esse olhar para outras dualidades: ator e personagem, masculino e feminino, bem e mal, judeu e cristão, capitalismo e mercantilismo, tradição e modernidade, analógico e digital.</p>
<p>Convido o público a atravessar essas fronteiras, mergulhando no jogo de espelhos onde nada é exatamente o que parece. A obra, atravessada por tensões religiosas e preconceitos, nos confronta com questões sobre intolerância, identidade e justiça – tão atuais quanto no tempo em que foi escrita: “O mundo muito engana na aparência.”</p>
<p>Que cada cena instigue emoções, que cada escolha desperte reflexões, que cada fala inspire diálogos, e que o teatro potencialize o olhar às sutilezas (por vezes veladas) do mundo. É na diferença que floresce o que temos de mais humano.</p>
<p><strong><em>Daniela Stirbulov</em></strong></p>

		</div> 
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			<p><strong>Daniela Stirbulov</strong>, diretora da peça “O Mercador de Veneza”, é formada em Artes Cênicas pela ECA (turma 2006), com habilitação em Direção Teatral.</p>
<p>Sucesso de público e crítica, a peça estreou em 2025, já passou por diversas cidades e segue em cartaz em São Paulo em 2026, até maio no Tucarena e até julho no Tuca.</p>
<p>Além de Daniela, outros ecanos também participam da peça: no elenco, <strong>Dan Stulbach</strong> (EAD turma 41 -1989) e <strong>Thiago Sak</strong> (EAD turma 70 – 2018). Vídeo e Imagens:<strong> André Voulgaris</strong> (Audiovisual 2016).</p>

		</div> 
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Texto:</strong> William Shakespeare<br />
<strong>Direção:</strong> <strong>Daniela Stirbulov</strong><br />
<strong>Tradução, adaptação e assistência de direção:</strong> Bruno Cavalcanti<br />
<strong>Elenco:</strong> <strong>Dan Stulbach</strong> (Shylock), Augusto Pompeo (Duque), Amaurih Oliveira (Lorenzo e Príncipe de Marrocos), Cesar Baccan (Antônio), Gabriela Westphal (Pórcia), Júnior Cabral (Graciano), Marcelo Diaz (Lancelotte Gobbo), Marcelo Ullmann (Bassânio), Marisol Marcondes (Jéssica), Rebeca Oliveira (Nerissa), Renato Caldas (Solânio e Tubal) e <strong>Thiago Sak</strong> (Salarino e Príncipe de Aragão)<br />
<strong>Cenografia:</strong> Carmem Guerra<br />
<strong>Desenho de Luz:</strong> Wagner Pinto e Gabriel Greghi<br />
<strong>Figurino e Visagismo:</strong> Allan Ferc<br />
<strong>Baterista:</strong> Caroline Calê<br />
<strong>Vídeo e Imagem:</strong> <strong>André Voulgaris</strong><br />
<strong>Operação de Luz:</strong> Jorge Leal<br />
<strong>Operação de Som:</strong> Eder Sousa<br />
<strong>Assistente de Produção:</strong> Amanda Nolleto<br />
<strong>Produção Executiva:</strong> Raquel Murano<br />
<strong>Direção de Produção:</strong> Cesar Baccan e Marcelo Ullmann</p>

		</div> 
	</div> </div></div></div></div>
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			<h5>Leia também:</h5>
<p>A resenha da peça, por Carlos Rahal: <a href="https://www.agoraeca.com.br/2025/12/10/depois-de-temporadas-esgotadas-e-mais-de-20-mil-espectadores-em-2025-mercador-de-veneza-volta-em-2026/">Depois de temporadas esgotadas e mais de 20 mil espectadores em 2025, Mercador de Veneza volta em 2026</a>.</p>

		</div> 
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			</item>
		<item>
		<title>Danilo Queiroz &#8211; Lyon (França)</title>
		<link>https://www.agoraeca.com.br/2026/03/31/danilo-queiroz-lyon-franca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=danilo-queiroz-lyon-franca</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:08:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecanos pelo mundo]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[ecanos pelo mundo]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[turma 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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			<p><em><a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/05/17/danilo-roberto-silva-queiroz/">Danilo Queiroz</a> fala sobre o intercâmbio que está fazendo na Universidade de Lyon 2, na França, fruto de um convênio entre a universidade francesa e a ECA-USP.</em></p>
<p><em>Aluno de Jornalismo (turma 2022), Danilo iniciou o intercâmbio de duração de um ano em janeiro de 2026 para realizar uma pesquisa que une Psicologia e Comunicação. Ele quer ser professor e acredita que esse período na França será um grande diferencial para entrar na pós-graduação.</em></p>
<p><em>Para conseguir ir para a França e se manter lá durante um ano, Danilo organizou uma vaquinha para ajudar a cobrir os custos, pois não conseguiu uma bolsa da USP. A vaquinha teve grande repercussão em Pernambuco, seu estado natal, possibilitando a viagem. Caso queira contribuir com o Danilo, entre em contato inbox com ele.</em></p>
<p>Confira também o depoimento que o Danilo deu para o ÁgoraECA quando tinha acabado de ingressar na USP em 2022: <a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/05/17/danilo-roberto-silva-queiroz/">Danilo Roberto Silva Queiroz</a></p>
<p>Mora fora do Brasil ou tem uma experiência profissional ou acadêmica no exterior para compartilhar? Entra em contato com a gente!</p>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
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			</item>
		<item>
		<title>ECA 60 anos &#8211; ÁgoraECA</title>
		<link>https://www.agoraeca.com.br/2026/03/25/eca-60-anos-agoraeca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eca-60-anos-agoraeca</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECA 60 anos]]></category>
		<category><![CDATA[ÁgoraECA]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<p>Este vídeo faz parte do projeto &#8220;Memórias em Movimento: Pesquisa, Produção e Edição de Materiais Audiovisuais sobre os 60 Anos da Escola de Comunicações e Artes da USP&#8221;, programa PUB 2025 &#8211; coordenação do professor <a href="https://www.agoraeca.com.br/2025/12/10/luis-angerami/">Luís Angerami</a>, bolsista <a href="https://www.agoraeca.com.br/2025/12/16/martim-mendes/">Martim Mendes</a>.</p>
<p>Ele mostra como o ÁgoraECA surgiu em 2021, sua evolução nos últimos anos, como as pessoas podem contribuir para continuarmos registrando as memórias da escola e de toda a comunidade ecana.</p>
<p>O projeto &#8220;Memória em Movimento&#8221; está produzindo uma série de vídeos para os 60 anos da ECA. Confira!</p>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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		<item>
		<title>Fabíola Soares Date</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 21:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1993]]></category>
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					<description><![CDATA[Depoimento de Fabíola Soares Date (Relações Públicas 1993)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<p>Foi um choque entrar na ECA, depois de ter estudado a vida inteira na mesma escola, em São Bernardo, onde eu conhecia todo mundo e dominava todos os espaços. Porque não era só a ECA. Era passar a frequentar São Paulo, frequentar festas universitárias, ver gente bebendo e fumando maconha. Muita informação pra minha cabecinha tão provinciana.</p>
<p>Mas devo a esse tratamento de choque e à entrada no universo da Comunicação o que sou hoje e como penso em relação às coisas do mundo.</p>
<p>Estudei na ECA de 1993 a 1996. Do final de 1994 ao começo de 1996 fiz estágio na Reitoria da USP e depois ingressei como estagiária no Marketing do MorumbiShopping.</p>
<p>Em abril faço 30 anos de Multiplan, atuando hoje como superintendente do Shopping Anália Franco. Não exerço mais diretamente uma função ligada à comunicação, mas a comunicação não sai de mim!</p>
<h5>Viva a ECA!</h5>

		</div> 
	</div> <div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="50" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 50px;"></div>
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		</figure>
	</div>

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			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Aluno</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Fabíola Soares Date</td>
<td>1993</td>
<td>Relações Públicas</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ana Giannasi</title>
		<link>https://www.agoraeca.com.br/2026/03/06/ana-giannasi/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ana-giannasi</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 14:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1981]]></category>
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					<description><![CDATA[Depoimento de Ana Giannasi (Cinema 1981)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p>Meu nome é Ana Giannasi e sou da “jurássica” turma de 1981, formada como Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Cinema. Fiz meu mestrado também na ECA.</p>
<p>Para esta área não existem mais cursos de Comunicação Social com Habilitação em Cinema ou Habilitação em Rádio e Televisão. Hoje o curso é de Bacharelado em Audiovisual, que junta as duas habilitações (e mais as novas mídias).</p>
<p>Antes de ir para a ECA, passei pela Escola de Engenharia da USP de São Carlos, para alegria de meu pai, que, ao me levar para conhecer a ECA, nos idos de 1976, ficou tão horrorizado ao ver a “liberdade” dos meninos, sentados “na grama do jardim” em frente ao prédio, e o matagal com todo o tipo de plantação possível “neste mesmo gramado” (se é que me entendem), que me proibiu de estudar ali.</p>
<p>Na Engenharia, ao descobrir que era incapaz de manter qualquer tipo de edificação em pé e que poderia virar uma assassina em potencial ao projetar algum tipo de estrutura que serviria a várias pessoas, abandonei o curso e fui para a ECA, agora com meu pai “quase conformado”.</p>
<p>Naquele tempo, o prédio era muito bacana, suspenso, com um delicioso vão livre para ser aproveitado da melhor maneira possível. Hoje fico meio triste em ver que fecharam o vão com portas e divisórias de vidro e com portaria fiscalizando a entrada.</p>
<p>Desnecessário dizer que tenho muita saudade do tempo da graduação. O departamento de Cinema (separado do departamento de Rádio e TV na época) ficava no segundo andar do prédio central, onde também estava o almoxarifado, com nossos pesadíssimos equipamentos, que nos obrigava a já prever nossas futuras escolioses.</p>
<p>Saudades também das viradas de noite e fins de semana trabalhando nas moviolas e estúdios do departamento (hoje isso é proibido – uma proibição verdadeiramente absurda).</p>
<p>Depois de formada trabalhei por muito tempo como produtora executiva e diretora de produção em cinema e TV, porém, no começo do ano 2000, entrei para a vida acadêmica, primeiro como criadora (junto com outros parceiros) de um projeto pedagógico para a abertura de uma faculdade de audiovisual, e depois como coordenadora e professora deste curso até me aposentar.</p>
<p>Hoje estou concentrada em dar aulas de produção e história do cinema em projetos como, por exemplo, o “É nóis na fita”.</p>

		</div> 
	</div> <div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="50" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 50px;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" class="vc_single_image-img " src="https://www.agoraeca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Ana-Giannasi-600x600.jpg" width="600" height="600" alt="Ana-Giannasi" title="Ana-Giannasi" /></div>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Aluna</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Ana Maria Giannasi</td>
<td>1981</td>
<td>Cinema</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>2004-2007</td>
<td>Mestrado em Estudo dos Meios e da Produção Mediática</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Carlos Eduardo Lins da Silva</title>
		<link>https://www.agoraeca.com.br/2026/02/26/carlos-eduardo-lins-da-silva/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=carlos-eduardo-lins-da-silva</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 17:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.agoraeca.com.br/?p=28750</guid>

					<description><![CDATA[Depoimento de Carlos Eduardo Lins da Silva, doutor pela ECA e professor da Escola entre 1977 e 1991]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p>Minha relação com a <strong>ECA</strong> teve início em <strong>1977</strong>. Eu havia acabado de concluir o mestrado em Comunicação na Michigan State University como bolsista da Comissão Fulbright. Ainda lá, entrei em contato, por carta, com o <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/06/04/professores-cassados-jose-marques-de-melo/"><strong>José Marques de Melo</strong></a>, que estava ensinando como professor visitante na Universidade de Wisconsin, e de quem eu havia lido livros fundamentais no meu curso de graduação em Jornalismo na Faculdade Casper Libero.</p>
<p>Assim que cheguei de volta ao Brasil, eu o procurei. José Marques foi como um <strong>pai acadêmico</strong> para mim. Eu não teria tido uma carreira universitária sem o apoio, o incentivo e a orientação que ele sempre me ofereceu, com sua generosidade.</p>
<p>Em Michigan, eu havia me encantado com a vida acadêmica. E o José Marques estava sempre disposto a ajudar jovens que quisessem dedicar-se a ela. Eu tinha 24 anos de idade, trabalhava nos <em>Diários Associados</em>, mas queria ir para a universidade. José Marques me levou para a Faculdade Casper Libero e me sugeriu que eu me inscrevesse num programa de <strong>professor voluntário na ECA</strong>, onde naquele momento não havia vaga aberta para novos docentes.</p>
<p>Trabalhei como voluntário na ECA por seis meses mais ou menos, até que abriu uma vaga, e eu fui contratado. O José Marques também me levou para a Metodista de São Bernardo, e eu consegui um lugar também na Faculdade de Comunicação de Santos (FACOS). Com isso, consegui dedicar-me apenas à vida acadêmica, que era o que eu queria na época. Na ECA, além de dar aulas, eu comecei o <strong>programa de doutorado</strong>, sob a orientação do José Marques.</p>
<p>Em <strong>1983</strong>, apareceu uma oportunidade de eu ir para a <strong><em>Folha de S. Paulo</em></strong>, onde me engajei na grande reforma que foi chamada de Projeto Folha, sob a liderança de Otavio Frias Filho. Embora a carga de trabalho na <em>Folha</em> fosse imensa, eu não quis me afastar da ECA. Pedi a mudança de meu regime na USP, de tempo completo para tempo parcial.</p>
<p>Com isso, eu dava <strong>aulas na graduação e na pós</strong> uma vez por semana tanto no período matutino quanto no noturno, e atendia orientandos de mestrado e alunos da graduação que quisessem conversar comigo, na <em>Folha</em>. O Otavio estimulava minha presença na ECA. A proximidade do jornal com as universidades era uma prioridade para ele.</p>
<p>Eu indiquei vários de meus melhores alunos de graduação para trabalharem na <em>Folha</em>, e alguns deles se tonaram nomes importantes tanto naquele jornal como em outros veículos. Prefiro não citar nenhum deles para não cometer indelicadeza involuntária porque a memória não é suficiente para eu conseguir incluir todos os que mereceriam ser citados.</p>
<p>Em <strong>1991</strong>, fui nomeado correspondente da <em>Folha</em> em Washington. Pedi licença não remunerada da USP e renovei esse pedido em 1992. Meu contrato com a <em>Folha</em> como correspondente era anual, sem garantia de renovação automática. Eu não queria me desligar da ECA, mas não podia dar certeza de quando eu voltaria para o Brasil. A Escola precisou da minha vaga e pediu para eu me demitir, o que fiz em <strong>1993</strong>. Talvez tenha sido o certo mesmo, porque eu só retornei para São Paulo no final de 1998.</p>
<p>Senti tristeza porque gostava demais do <strong>convívio com os alunos</strong>. Dei aulas em diversas faculdades e universidades no Brasil e nos EUA. Em nenhuma delas eu me senti tão realizado em sala quanto na ECA. Felizmente meus laços com a Escola não se romperam totalmente.</p>
<p>Com alguma frequência sou convidado por meus ex-colegas professores para participar de bancas de qualificação e de defesa de tese na ECA, e tento aceitar todos os convites. Tenho amizade com vários professores ainda na ativa na Escola que às vezes também me chamam para participar de atividades, e eu vou sempre que posso. Mas nada substitui o convívio que o professor tem com os estudantes ao longo de um semestre ou mais em classe.</p>

		</div> 
	</div> <div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="50" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 50px;"></div><div class="vc-row-wrapper vc_inner vc_row-fluid"><div class="row wpb_row"><div class="vc-column-hover-69ea5cc265a97 columns four"><div class="wpb_wrapper">
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		</figure>
	</div>
</div></div><div class="vc-column-hover-69ea5cc2671c3 columns eight"><div class="wpb_wrapper"><div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="100" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="50" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="25" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="25" style="height: 100px;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
<q class="dfd-textmodule-featured-quote">A ECA é uma presença muito importante na minha vida profissional e afetiva. E, sem dúvida, tem dado uma contribuição imensa para todas as profissões das áreas da comunicação e das artes no país, como eu posso testemunhar especificamente no caso do jornalismo.&#8221;</q>
</p></blockquote>

		</div> 
	</div> </div></div></div></div><div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="50" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 50px;"></div>
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	</div>
</div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Aluno</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Carlos Eduardo Lins da Silva</td>
<td>1981-1984</td>
<td>Doutorado em Jornalismo e Editoração</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Professor</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Departamento de Jornalismo e Editoração</td>
<td>1977-1991</td>
<td>Jornalismo</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Campanha de recepção dos calouros 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 17:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em aula]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[em aula]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade e propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[turma 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Neste vídeo feito para o ÁgoraECA, as alunas <strong>Bruna Vaccarelli</strong> e <strong>Sophia Santana</strong> da turma de PP 2023, falam sobre a criação da campanha de recepção aos calouros da USP 2026: “É sua vez de voar mais alto”.</p>
<p>Junto com <strong>Sophia Castro</strong> (intercambista da Costa Rica), elas criaram a campanha deste ano, sob coordenação do professor Heliodoro Teixeira Filho (Dorinho). As três fazem parte da Agência Íris: Bruna é a diretora de Arte; Sophia Santana, diretora de Redação; e Sophia Castro, Relações Públicas.</p>
<p>Desde 1999, as campanhas publicitárias de boas-vindas aos novos estudantes da USP são criadas por alunos do sexto semestre do curso de Publicidade e Propaganda da ECA, na disciplina do professor <a href="https://www.agoraeca.com.br/2026/01/14/eca-60-anos-selo-comemorativo/">Dorinho</a>.</p>
<h4>Conheça algumas peças da campanha:</h4>

		</div> 
	</div> <div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="20" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 20px;"></div>
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</div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Leia também:</h4>
<p><a href="https://www.agoraeca.com.br/2024/02/27/alunos-de-pp-da-eca-criam-campanha-para-receber-os-novos-alunos-da-usp/">Alunos de PP da ECA criam campanha para receber os novos alunos da USP (2024)</a></p>
<p><a href="https://jornal.usp.br/campanha-de-recepcao-aos-calouros/"> Campanha de recepção aos calouros 2026</a> (para todas as peças da campanha)</p>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Apresentadores “Roda Viva”</title>
		<link>https://www.agoraeca.com.br/2026/02/24/apresentadores-roda-viva/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=apresentadores-roda-viva</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Você Sabia?]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[Roda Viva]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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			<h4><em><strong>Você sabia que, em quatro décadas do programa &#8220;Roda Viva&#8221;, nove de seus apresentadores tiveram passagem pela ECA-USP?</strong></em></h4>
<p>Ao longo dos 40 anos de história do <em>Roda Viva</em>, da TV Cultura, nove jornalistas que passaram pela Escola de Comunicações e Artes da USP estiveram à frente da apresentação do programa: <strong>Augusto Nunes, Matinas Suzuki Jr., <a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/05/18/paulo-markun/">Paulo Markun</a>, Mônica Teixeira, <a href="https://www.agoraeca.com.br/2026/02/26/carlos-eduardo-lins-da-silva/">Carlos Eduardo Lins da Silva</a>, Lillian Witte Fibe, Mário Sergio Conti, Vera Magalhães e Ernesto Paglia</strong>, que estreou no comando do programa nesta segunda-feira, 23 de fevereiro.</p>
<p>Uma trajetória que evidencia a presença contínua de egressos da ECA-USP na história de um dos programas mais emblemáticos do jornalismo brasileiro.</p>

		</div> 
	</div> <div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="50" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 50px;"></div>
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			<h4>Principais apresentadores do <em>Roda Viva</em> nos últimos 40 anos:</h4>
<ul>
<li>Rodolpho Gamberini (1986-1987) – primeiro apresentador do programa</li>
<li><strong>Augusto Nunes</strong> (1987-1989; 2013-2018) – <strong>Jornalismo 1970</strong></li>
<li>Jorge Escosteguy (1989-1994)</li>
<li>Rodolfo Konder (1990)</li>
<li>Roseli Tardelli (1994) – primeira mulher a apresentar o programa</li>
<li>Heródoto Barbeiro (1994-1995; 2009-2010)</li>
<li><strong>Matinas Suzuki Jr.</strong> (1995-1998) – <strong>Jornalismo 1975</strong></li>
<li><a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/05/18/paulo-markun/"><strong>Paulo Markun</strong></a> (1998-2007) – <strong>Jornalismo 1971</strong></li>
<li><strong>Mônica Teixeira</strong> (foi apresentadora interina em diversas ocasiões nos anos 2000) – <strong>Jornalismo 1980</strong></li>
<li><a href="https://www.agoraeca.com.br/2026/02/26/carlos-eduardo-lins-da-silva/"><strong>Carlos Eduardo Lins da Silva</strong></a> (2008) – doutor e livre-docente pela ECA, professor da Escola entre <strong>1977 e 1991</strong></li>
<li><strong>Lillian Witte Fibe</strong> (2008-2009) – <strong>Jornalismo 1972</strong></li>
<li>Marília Gabriela (2010-2011)</li>
<li><strong>Mário Sergio Conti</strong> (2011-2013) – <strong>Jornalismo 1974</strong></li>
<li>Andresa Boni (2016-2017)</li>
<li>Ricardo Lessa (2018-2019)</li>
<li>Daniela Lima (2019-2020)</li>
<li><strong>Vera Magalhães</strong> (2020-2026) – Jornalismo 1991</li>
<li><strong>Ernesto Paglia</strong> (2026-) – Jornalismo 1977</li>
</ul>
<p>Ao longo de sua história, o <em>Roda Viva</em> teve mediadores titulares e também mediadores ocasionais, que apresentaram edições pontuais do programa. Além dos jornalistas citados acima, há registros em vídeo, por exemplo, de participações dos jornalistas Milton Jung, Alexandre Machado, Andresa Boni. É provável que outros profissionais também tenham atuado pontualmente nessa função ao longo dos anos.</p>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Trote histórico da ECA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 17:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas Ecanas]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas ecanas]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade e propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1983]]></category>
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					<description><![CDATA[Crônicas ecanas: Nabil Arida escreve sobre trote criativo da ECA na década de 1980]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<h3><em>Sexo e Comunicação com muita Arte</em></h3>
<h6><em>Por Nabil Arida </em></h6>
<p>Era uma vez uma faculdade na USP que&#8230; Ou melhor: uma escola nessa universidade; melhor ainda: uma universidade dentro de uma escola. Exatamente essa pluralidade explosiva de criatividade e multitalentos da <strong>Escola de Comunicações e Artes da USP</strong> é que nos obrigou à diferenciação, a pensarmos fora da caixa, tal qual um pensamento em Vênus (ops!) enquanto a caixa seria a Terra distante. Ah&#8230; esses ecanos no “mundo da lua”, acho que já estamos a anos-luz da comparação.</p>
<p>Amigos <strong>jornalistas</strong> começariam o texto citando a origem de “trote”, do francês antigo <em>trottar</em>, do latim antigo <em>trottare</em>, um andar do cavalo intermediário entre o passo e o galope. Aqui, com influência portuguesa, passou a significar fazer alguém andar ou agir sob comando, alguém submetido a um ritmo imposto por outro. Poderíamos discorrer historicamente sobre submissão ritual, humilhação, submissão controlada (muitas vezes fora de controle), depois brincadeira, tradição, simbologia, naturalizar a assimetria, falsa/ pseudo hierarquia, etc etc, seriam discussões chatas.</p>
<p>Amigos <strong>audiovisuais</strong> diriam: <em>&#8211; Corta! </em>Mudando de cena e de plano: <strong>o ano era 1985</strong>. Estava no segundo ano de <strong>Publicidade e Propaganda</strong> noturno, mas adiantando créditos do terceiro no matutino (enquanto matava aulas na <strong>Poli</strong>) e convivendo com o pessoal ingressante de <strong>83</strong>, como a querida <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/06/03/jennifer-monteiro/"><strong>Jennifer Monteiro</strong></a> (PP) que praticamente “me obrigou” a este relato. Vários me diziam que deveria “bolar” (gíria estranha hoje) um <strong>“trote diferente”</strong> para os calouros. Juntamente com meus colegas ingressantes de 84 <strong>Lu Otta</strong> e <strong>Maurício Maia</strong> (Jornalismo) começamos um <em>brainstorm </em>de como deveria ser o “trote cultural”, pois obviamente não compactuávamos com nenhum trote violento, desnecessário, altamente etílico e certa perversidade sádica de desperdício de tintas, ovos e farinha. Colegas jornalistas diziam sobre palestras educativas, um roteiro guiado na Cidade Universitária, colegas veteranos de Turismo adoraram a ideia&#8230; mas naquela época a profusão de hormônios em ebulição juvenil só me fazia pensar na palavra SEXO. Ora, ora&#8230; somos ecanos, nada que possa nos chocar dentro da ética com humor e irreverência.</p>
<p>Não era para ser algo muito oficial, como por exemplo o <strong>Concurso de Outdoor</strong> (aula do professor <a href="https://www.agoraeca.com.br/2026/01/14/eca-60-anos-selo-comemorativo/"><strong>Dorinho</strong></a>), onde ganhamos, <strong>Serginho Teixeira</strong> (PP matutino) e eu. A Central Brasileira de Outdoor cedeu as folhas e a instalação. Passamos dias pintando nas férias as folhas à mão e depois instalaram frente ao CEPEUSP dando boas-vindas a todos calouros da Cidade Universitária com apoio da Reitoria. Queríamos algo inusitado&#8230; algo só para ECA, a cara da ECA.</p>
<p>Então, convenci os colegas que passeios, dicas universitárias e palestras culturais seriam bons num segundo momento, que deveríamos aproveitar o momento único e impactante ao público-alvo/ consumidor/ calouros e apresentar o “produto/ serviço” com o melhor denominador comum: <strong>sexo, com uma certa dose de humor criativo cultural</strong>. Finalmente aceitaram minha ideia. Uma <strong>brincadeira, sem humilhação</strong> e descortinando o Novo Mundo da irreverência, do sexo, com certo humor subliminar, um <strong>ritual de passagem</strong>. E que passagem&#8230;</p>
<p>A ideia era pedirmos autorização à diretoria e aos professores para usarmos o anfiteatro na terceira semana de aula, para uma grande palestra para todos os cursos da ECA. Décadas depois aprendi que a arte de ser vago nas respostas, usando cordialidade e <em>rapport </em>/ empatia, ajudava na aprovação de projetos não muito claros, numa linguagem muitas vezes dúbia, não verbal e hipnótica. Argumentei que o resultado mercadológico seria maior sendo na terceira semana de aula para não caracterizar um trote. A estratégia estava formatada. Ótimo! Mas qual seria o assunto? Sexo, claro. De que forma? Como parecer cultural? <strong>Sexo e Comunicação</strong>&#8230; Eureka! Ou melhor: EurECA! Isso mesmo: Sexo e Comunicação com uma boa (e generosa) dose de Arte.</p>
<p>Num imediato e rápido <em>brainstorm</em>: Sexo e Comunicação &gt; Sexo na mídia (mas eram os anos 80) &gt; Sexo nas revistas? Falar sobre escrever matérias de revistas de nudez? Ou como diagramar? Retocar os fotolitos das mulheres peladas? (início do que seria um dia o Photoshop&#8230;) Nada disso. <strong>Filmes pornôs</strong>! Início da Abertura Política com as famosas pornochanchadas, anos 70 e 80. “Pornô” era referência ao conteúdo sensual. “Chanchada” do gênero de comédia leve musical popular nos anos 40-50. Apesar do nome, a maioria não era pornografia explícita, mas sim <strong>filmes com nudez, humor picante e situações insinuantes</strong>. Era um gênero comercial, barato e extremamente popular. Produzidos na <strong>Boca do Lixo</strong>, na região central de São Paulo (especialmente Rua do Triunfo). Funcionava como uma Hollywood paulista de baixo orçamento. Era a concentração de produtoras independentes, distribuidoras, laboratórios de filme, atores e diretores. Como publicitário, não vamos nos alongar sobre os preconceitos temporais, sucesso de marketing por causa de baixo custo e alta bilheteria, como se driblava a censura com humor e metáforas, demanda latente de público adulto em busca de entretenimento etc.</p>
<p>Vamos aos porquês com uma rápida e malfeita investigação junguiana do inconsciente: passei todas as férias da infância e adolescência em Santos. Desde os 17 anos assistia e (quando me deixavam, bairrismo deles) jogava futebol de areia em frente ao meu prédio no Canal 3 com os mais velhos. Point era o Chá-Mate do Paraná, que era o mais velho e organizava tudo, cujo filho, criança na época, depois fez FAU. A estrela dos jogos era nosso <strong>colega veterano da ECA</strong>: <strong>Nuno Leal Maia</strong>, atlético, tímido, era 14 anos mais velho que eu, tinha feito <strong>Artes Cênicas</strong> e, antes da fama nas novelas, era astro no futebol de praia (até se tornou depois treinador) e nos <strong>filmes da pornochanchada</strong>. Um pouco mais alto que eu, estava sempre rodeado por gatas delicio&#8230; ops! A interface é muito tênue entre a lembrança documental e meus desejos imberbes na época de um dia estar no lugar dele rodeado por tantas daquelas&#8230;</p>
<p>Baseado nisso, disse que deveríamos passar uns filmes desses enquanto teria palestra do diretor dos filmes que conversaria com os alunos de todos os anos, contando como se faz um filme pornô, as curiosidades dos bastidores. Estariam presentes também atrizes e atores dessas pornochanchadas do cinema nacional, inclusive até <strong>alunos da ECA de Cinema e RTV</strong> que trabalhavam como estagiários na produção.</p>
<p>Prontifiquei-me a ser o diretor. <a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/04/29/pelopidas-cypriano-de-oliveira/"><strong>Pelópidas Cypriano</strong></a> (Cinema) seria o estagiário. <strong>Reinaldo Guedes</strong> (RTV) seria ator pornô, algumas <strong>colegas de Artes Cênicas</strong> vieram e encararam como um belo exercício de improviso e interpretação (eram da turma do <strong>Gabriel Villela</strong>, não recordo os nomes, mas uma delas usou o criativo nome artístico de Jéssica Valo, uma potranca), atrizes se revezavam para Palestra/Trote no matutino e no noturno, <strong>Jane Foltran</strong> (RP), <strong>Estela Silva</strong> (RP), <a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/05/20/carla-risso/"><strong>Carla Risso</strong></a> (PP noturno), <strong>Ariadne</strong> (PP) e mais quase uma dezena de colegas. Não me recordo de todos e adoraria saber mais nos comentários. Havia também uma meia dúzia envolvidos nos bastidores (além da<strong> Lu Otta</strong> e <strong>Maurício Maia</strong>, ambos Jornalismo), os que fizeram a logística de conseguirem os pesados monitores de RTV, caixas de som e principalmente as fitas Betacam (nem eram ainda usuais os videocassetes) de alguns desses filmes para serem passados com as cenas mais picantes (desculpem o trocadilho) enquanto falávamos ao público. Um envolvimento de <strong>vários veteranos, de vários anos, de vários cursos</strong>. Todos devidamente caracterizados, acentuando estereótipos: diretor com blazer branco, camisa vermelha com uns colares e anéis bregas; atores com volume acentuado nas calças onde escondiam um lenço enrolado aumentando as coisas; atrizes com roupas super provocativas, enormes decotes, saias minúsculas e maquiadas como se tivessem saído de um bordel. Ahhh&#8230; a metalinguagem cênica e cínica, a <strong>união ecana</strong> ecoa&#8230;</p>
<p>Passei um rápido briefing aos colegas para improvisarmos com os relatos mais absurdos e chocantes no <em>nonsense </em>criativo. Também pedi a alguns colegas, também veteranos, na plateia, para começarem a perguntar coisas cabeludas (desculpem novamente o trocadilho, <strong>eram os</strong> <strong>anos 80</strong>). Isso induzia os calouros a perguntarem e interagirem, afinal nós sabíamos quem eram os calouros, mas eles não sabiam quem eram os veteranos. Alguns professores também assistiam lá no fundão e se divertiam.</p>
<p>As perguntas eram descabidas (ou nem tanto), depois de ativados e induzidos, calouros e calouras começaram as indagações mais curiosas como: “Você engole ou cospe?”, “Vocês alguma vez gozaram de verdade em cena?”, “Vocês também se prostituem?” (para as atrizes). E aos atores homens: “Você é casado? Sua esposa não sente ciúmes? Como conseguem manter tanto tempo a ereção?”, “Como vocês ejaculam tanto?” (não existiam pílulas mágicas vasodilatadores como sildenafila ou tadalafila), “O que faz um diretor pra dirigir uma cena de sexo?”, “Como começou a carreira de diretor?”</p>
<p>Obviamente as respostas eram no mesmo nível ou piores: “Engulo se der vontade, se não deu tempo de tomar café da manhã”, “Só quando rola zoofilia porque os cavalos adoram”, “Jamais me prostituiria, ainda penso em um dia voltar ao convento onde fui noviça”, “Sou casado com um travesti e ele só tem ciúmes quando eu beijo na boca”, “Pra manter ereção eu penso no crediário que estou pagando pra comprar uma TV nova, ou mesmo na minha avó que eu espionava quando criança, quando ela tomava banho”, “Pra produzir mais esperma a gente toma Caracu (cerveja preta) com ovo e fica sem gozar por 15 dias”, “Um diretor deve ser metódico. Se eu digo pra chupar o seio direito e o ator chupa o esquerdo, eu paro a cena. Porque tudo tem um roteiro a seguir, não somos amadores, nada de improvisar”, “Comecei como dublê de ator, aqueles closes no membro bem-dotado, geralmente é de um dublê, depois fui ator, depois diretor por experiência, sou pau pra toda obra”. Divertido era que tínhamos vontade de rir, os veteranos na plateia tinham vontade de rir.</p>
<p>E o clímax era o final, quando <strong>não contávamos que era trote </strong>e ainda escrevíamos na lousa o endereço verdadeiro de algumas produtoras da Boca-do-lixo (buscávamos nas Páginas Amarelas) e dizíamos que estavam procurando estagiários meio período e inventávamos um salário razoavelmente tentador. Os falsos estagiários de Cinema e RTV corroboravam tudo e ainda diziam que era um ambiente familiar e muito receptivo. Calourada anotava avidamente os endereços para possível estágio.</p>
<p>Até me formar, fazíamos esse <strong>trote “cultural”</strong> no matutino e noturno, desmitificando e desmistificando sexo e comunicação e moralismos e preconceitos e discussões amorais com certa profundidade (mais uma vez perdoem-me o vil trocadilho). O sucesso foi tamanho que outras faculdades também queriam assistir. Depois de me formar, o trote continuou por mais alguns anos com o saudoso <strong>Marcelo “Cafa” Caldeira</strong> no papel do diretor, galera do <a href="https://www.agoraeca.com.br/2023/10/17/nelio-abbade/"><strong>Nélio Abade</strong></a> (Editoração /RTV), <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/09/14/mauricio-buffa/"><strong>Maurício Buffa</strong></a> (Cinema), <strong>Luís “Lusão”</strong> (RTV) e outros tantos “que nem sei. Só sei que foi assim”.</p>
<p>Vez ou outra, meses após o trote, algum calouro nos encontrava passeando entre os blocos da ECA e jurava que achava que aquilo era verdade. Depois ríamos e relembrávamos detalhes esfumaçados. Bons tempos&#8230; dentro do contexto da época, de toda uma geração. Muitos aqui citados são hoje renomados professores, outros com carreira de destaque. Ninguém muda o passado, ainda bem. A jovialidade libertária impregnada n’alma. A coesão ecana em prol da criatividade, irreverência e conteúdo cultural. Tempos que não voltam mais. “Não adianta chorar sobre o leite derramado.” (Ops! Não pedirei desculpas).</p>

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			<p><a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/07/18/nabil-arida/">Nabil Arida</a>, 64, publicitário, professor de Marketing Estratégico e professor convidado da Poli (Engenharia de Produção). E jura que ainda sente falta das risadas rejuvenescedoras entre seus pares ecanos.</p>
<p>Nabil fez Publicidade e Propaganda na ECA entre 1984 e 1986, junto com a turma do noturno de 1983. Também estudou na Escola Politécnica da USP (Poli) entre 1980 e 1985.</p>

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		<title>&#8220;Eu, meu avô e os bois” no MIS Santos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 00:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÁgoraECA Recomenda]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade e propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[turma 2004]]></category>
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					<description><![CDATA[ÁgoraECA Recomenda: exposição de Marcus Vasconcelos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<p><strong>Marcus Vasconcelos</strong> (Publicidade e Propaganda 2004) é um artista irrequieto. Como diretor de arte publicitária, realizou trabalhos em que inteligência e bom gosto caminham lado a lado. No entanto, tornar produtos e serviços sedutores ao consumidor passou rapidamente a não caber em suas pretensões. O cinema de animação, sua paixão inata, o levou a empreender.</p>
<p>Ao lado da sócia Nadia Mangolini, fundou o Estúdio Teremim, produtora em que foram gestados os filmes “Realejo”, “Pintas”, “Quando os Dias Eram Eternos”, “Torre” e “Lulina e a Lua”. A força narrativa, a direção primorosa e o cuidado extremado com o acabamento das fitas atraíram a atenção do público e da crítica, tanto que todos, absolutamente todos, os títulos citados conquistaram uma série de prêmios no Brasil e exterior.</p>
<p>Fruto de sua busca pela experimentação em diversas linguagens, Marcus Vasconcelos concebeu a instalação de realidade mista <strong>“Eu, meu avô e os bois”</strong> utilizando a tecnologia para criar um “palácio da memória” a respeito da relação do autor com o seu avô bipolar.</p>
<p>Marcada pela ousadia, a obra se destaca por trocar o hiper-realismo digital por um estilo de ilustração impactante, convidando o público a mergulhar em um universo físico e subjetivo ao mesmo tempo. Resultado que aguarda a sua visita no Museu da Imagem e do Som de Santos (MISS).</p>

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			<h4><strong><em>&#8220;Eu, meu avô e os bois&#8221;</em></strong></h4>
<p><strong>Onde:</strong> Museu da Imagem e do Som de Santos (MISS) – Av. Senador Pinheiro Machado, 48, Santos</p>
<p><strong>Quando:</strong> 21/02 a 06/03/26</p>
<p><strong>Horário:</strong> segunda a sexta 14h às 19h30; sábado 14h às 18h</p>
<p><strong>Entrada: </strong>gratuita (agendada ou na hora)</p>
<p><strong>Oficinas:</strong> 24/02 e 06/03, 14h30 às 17h30</p>
<p><strong>Informações e agendamentos:</strong> <a href="https://linktr.ee/eumeuavoeosbois">https://linktr.ee/eumeuavoeosbois</a></p>
<p><strong>Classificação:</strong> 14 anos</p>
<p><strong>Realização:</strong> fomento do PROAC e Lei Aldir Blanc</p>
<p><strong>Filmes:</strong> conheça a filmografia de Marcus Vasconcelos em <a href="http://www.estudioteremim.com.br">www.estudioteremim.com.br</a></p>
<p><strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/eumeuavoeosbois">@eumeuavoeosbois</a></p>

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		<title>A transição de gênero pelos olhos de um pai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 15:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÁgoraECA resenha]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1975]]></category>
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					<description><![CDATA["Notícias do trânsito": resenha de Fernando Brengel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<h5><em>Em “Notícias do trânsito”, Cadão Volpato (Jornalismo 1975) tece um relato sensível a respeito das transformações de sua filha. Obra que emociona e nos leva a reflexões importantes.</em></h5>
<p>Um pai escreve um livro, que mais se assemelha a uma carta, para a sua filha, fazendo um balanço da vida em comum. Recordações, conversas, orientações, cuidados, enfim, as pontes construídas entre os dois estão fortemente presentes no relato. De maneira transparente e direta, o autor missivista assume erros, ausências, incertezas, desculpa-se quando necessário. Texto apaixonado, em que tenta entender o novo momento do ser humano mais importante da sua vida.</p>
<p>No entanto, <strong><em>“Notícias do trânsito”</em></strong> vai além. Sua filha encontra-se em uma fase especial, de transição de gênero. Aquele menino que veio ao mundo não mais atende pelo nome de batismo. É a mesma pessoa, agora vivenciando outra identidade.</p>
<p>Trans, transformação, trânsito. Como bem coloca o autor, somos todos indivíduos em constante transição. E por quantas não passamos? A idade nos faz enxergar a existência de forma diferenciada. Ao longo do tempo aproximamo-nos e distanciamo-nos de quem combina ou não com os nossos valores, esses igualmente mutáveis. Nossas carreiras migram, nosso humor, objetivos, tudo se transforma. Em algum momento, há aqueles que entendem não serem felizes e plenos quando presos a um corpo, entre outros tantos fatores que não os refletem. Por isso partem em busca do seu melhor, transitam, assim como um pai cioso como o autor, que se coloca ao lado da filha nessa travessia repleta de descobertas.</p>
<p>Cadão, porém, não se fixa em considerações a respeito da transexualidade, afinal o livro se desenvolve a partir da perspectiva do pai. O que importa em suas páginas são questões emocionais e objetivas, reflexões muito bem-vindas, que nos fazem ocupar o lugar do outro.</p>
<blockquote><p>
<em>Só temo pela brutalidade do mundo, sua truculência, sempre à espreita.”</em>
</p></blockquote>
<p>Nessa passagem, o autor chama atenção para a violência de gênero, que coloca o Brasil como o país que mais mata travestis e transexuais em todo o mundo. Fora isso, temas como oportunidades profissionais, relacionamentos, futuro, preconceito passam a fazer parte, de forma ainda mais relevante, das suas preocupações. E que pai não as teria?</p>
<p>Expoente da cultura e do jornalismo, o construtor de capítulos que se sucedem de maneira harmoniosa abre o coração, deixa fluírem sentimentos íntimos, atinge o leitor com porções de amor aos borbotões, convida ao acolhimento não apenas de quem passa pelo processo relatado, mas desperta a necessidade de fazê-lo indiscriminadamente, a agirmos com sensibilidade e carinho com qualquer ser humano. Cadão retrata os momentos em que chorou. É bem provável que nos emocionemos com ele.</p>
<p><strong><em>“Notícias do trânsito” </em></strong>entrega muito mais do que o revelado nestas poucas linhas, tudo isso de maneira econômica. A obra soma-se a outras seis, que marcam a estreia da editora Seja Breve, fruto da associação entre Cadão Volpato e Bernardo Ajzenberg. A proposta, muito interessante e bem-vinda, centra-se na edição de livros formato bolso, de rápida leitura, a respeito de conteúdos os mais diversos.</p>
<p>Na primeira fornada de obras disponíveis, a ECA está bem representada. Além de <strong><em>“Notícias do trânsito”</em></strong>, a Seja Breve publicou outros ex-alunos: <a href="https://www.agoraeca.com.br/2025/11/22/roqueiro-thomas-pappon-lanca-o-enterro-do-velho-punk/"><strong><em>“O enterro do velho punk”</em></strong></a> de Thomas Pappon e <strong><em>“Que não se repita, A quase morte da democracia brasileira” </em></strong>de Eugênio Bucci. Espera-se, em breve, mais novidades.</p>
<p><em>Fernando Brengel</em></p>

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			<h4>Sobre o autor</h4>
<p>Jornalista, escritor, músico, apresentador e ilustrador, Cadão Volpato tem mais de uma dezena de livros publicados, entre eles <strong>“<em>À sombra dos viadutos em flor”</em></strong>, em que a tônica é o movimento musical dos anos 1980, do qual é um dos protagonistas. Como letrista e vocalista da aclamada banda Fellini, integrou posteriormente a Funziona Sensa Vapore. Com passagens em veículos entre Estadão, Folha de S.Paulo e Veja, comandou por duas oportunidades o Metrópolis da TV Cultura. Formado em Jornalismo pela ECA-USP (turma 1975) e em Ciências Sociais pela FFLCH-USP, é um dos sócios da Seja Breve, editora recém-fundada.</p>

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			<h4>Serviço</h4>
<p><em>“Notícias do trânsito”</em>, Cadão Volpato. Editora Seja Breve, 2025, à venda em livrarias como Martins Fontes, Travessa e Megafauna, bem como pelo site da editora: <a href="http://www.sejabreve.com.br">www.sejabreve.com.br</a>.</p>

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			<p><strong><a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/03/17/fernando-brengel/">Fernando Brengel</a></strong> é publicitário formado pela Escola de Comunicações e Artes da USP &#8212; ele entrou na turma 1982, mas acabou fazendo o curso de Publicidade e Propaganda com a turma de 1983. É diretor de criação da agência Presença Propaganda e diretor da Empório Barilotto Bebidas &amp; Sabores.</p>

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			<h4>Leia também:</h4>

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		<title>Johanna Wilhelmina Smit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 21:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteconomia]]></category>
		<category><![CDATA[ECC]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1967]]></category>
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					<description><![CDATA[Depoimento de Johanna Wilhelmina Smit (Biblioteconomia 1967)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<p>Em 1966 eu cursava o 3º científico no Porto Seguro e não sabia muito bem o que queria fazer depois. O professor de português – Dino Preti – estava sendo cogitado para entrar para o corpo docente da ECA (como efetivamente entrou) e me disse: “Estão criando uma escola que tem a tua cara!”.</p>
<p>Fui atrás (lembrem-se, naquela época não existia internet, “ir atrás” era trabalhoso) e descobri o curso de Biblioteconomia que me aproximava de meu gosto pelos livros e pela leitura. Como a ECA ainda não existia fisicamente, se não me engano fui fazer a inscrição para o vestibular no prédio da Geografia e História. Também acho que a seleção se deu lá.</p>
<p>Enfim, fui aprovada e em 1967 a ECA começou a funcionar com as primeiras aulas dadas num anfiteatro na Reitoria, depois ocupado pela rádio, se não me engano.</p>
<p>Para mim, foi a descoberta de um outro Brasil: afinal, eu vinha de um ambiente holandês e de uma escola de origem alemã – muitos desafios e muitos aprendizados.</p>
<p>Em 1968, greves e ocupações, lições de política, mas também de biblioteconomia e nenhuma discussão sobre o curso de Documentação, para o qual também tinha havido seleção e lá se encontravam os meninos (as meninas estavam na Biblioteconomia).</p>
<p>Mais tarde, quando eu já era docente da ECA, motivei alunas a recuperarem essa história em TCCs e eu garimpei a história da junção dos dois cursos em um artigo.</p>
<p>Enfim, de 1967 a 1970 cursei Biblioteconomia, gostei muito, mas queria estudar mais e com a ajuda da professora Maria Antonieta Ferraz consegui um estágio no centro de documentação do CNRS em Paris.</p>
<p>Em 1971 lá eu estava, depois fiz o mestrado e o doutorado por lá, sempre reunindo a biblioteconomia às questões de linguagem. Em 1981, por intermédio de Luiz Milanesi, voltei para a ECA, dessa vez como docente.</p>
<p>Em 1986 a arquivologia entrou nas preocupações, primeiro cocoordenando o curso de Especialização em Organização de Arquivos, que viveu até 2008, e com as mesmas colegas participei a partir de 1996 dos estudos para a criação do Sistema de Arquivos da USP (SAUSP), que passou a existir oficialmente em 1997. Continuei me dividindo entre a ECA e o SAUSP na elaboração dos instrumentos de gestão documental e em 2005 fui designada diretora do recém-criado Arquivo Geral da USP, órgão central do sistema. Em 2013 me aposentei e passei a atuar como consultora do AG-USP.</p>

		</div> 
	</div> <div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="30" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 30px;"></div><div class="vc-row-wrapper vc_inner vc_row-fluid"><div class="row wpb_row"><div class="vc-column-hover-69ea5cc285a8e columns two"><div class="wpb_wrapper"></div></div><div class="vc-column-hover-69ea5cc285b18 columns eight"><div class="wpb_wrapper">
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			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Aluna</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Johanna Wilhelmina Smit</td>
<td>1967</td>
<td>Biblioteconomia</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Professora</th>
<th>Ano</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Departamento de Informação e Cultura (CBD)</td>
<td>1981 a 2009</td>
<td>Biblioteconomia</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ana Carmen Foschini lança “Reflorestadeira”, seu primeiro livro de ficção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 19:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[rádio e tv]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1981]]></category>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h4><em>Uma história de agrofloresta no meio do canavial, o romance “Reflorestadeira” será lançado pela Editora Patuá, dia 5 de fevereiro, na Livraria Patuscada. A autora é formada em Rádio e TV pela ECA (turma 1981)</em></h4>

		</div> 
	</div> <div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="50" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 50px;"></div><div class="vc-row-wrapper vc_inner vc_row-fluid"><div class="row wpb_row"><div class="vc-column-hover-69ea5cc28911e columns twelve dfd_col-tabletop-offset-4 dfd_col-tabletop-4 dfd_col-laptop-offset-4 dfd_col-laptop-4"><div class="wpb_wrapper"><div class="animation-container " ><div id="video-player-69ea5cc289213-6712" class="dfd-videoplayer  text-center style-1 " data-id="module_video_69ea5cc289215" data-block-id="video-player-69ea5cc289213-6712"><div class="dfd-video-content video-content " id="module_video_69ea5cc289215"><div class="dfd-video-box"><div class="wpb_video_wrapper"><iframe loading="lazy" title="ÁgoraECA - Em Foco - Ana Carmen Foschini lança “Reflorestadeira”, seu primeiro livro de ficção" width="422" height="750" src="https://www.youtube.com/embed/ZM_cdbqf4fM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div></div></div></div><script type="text/javascript">(function($) {$("head").append("<style>#video-player-69ea5cc289213-6712 .decoration-mask, #video-player-69ea5cc289213-6712 .dfd-video-button {border-radius: 33px;}#video-player-69ea5cc289213-6712 .decoration-mask {border-style: solid;border-width: 1px;border-radius: 33px;}#video-player-69ea5cc289213-6712 .button-wrap:hover .decoration-mask, #video-player-69ea5cc289213-6712 .button-wrap:hover .dfd-video-button .decoration-icon {border-radius: 33px;}#video-player-69ea5cc289213-6712 .button-wrap:hover .decoration-mask {border-style: solid;border-width: 1px;border-radius: 33px;}#video-player-69ea5cc289213-6712 .decoration-icon {border-style: none;}#video-player-69ea5cc289213-6712.style-1 .container-play:hover .decoration-icon, #video-player-69ea5cc289213-6712.style-2 .button-wrap:hover .decoration-icon {border-style: none;}</style>");})(jQuery);</script></div><script type="text/javascript">(function($) {$("head").append("<style>.vc-column-hover-69ea5cc28911e {-webkit-box-shadow: none;-moz-box-shadow: none;-o-box-shadow: none;box-shadow: none;}.vc-column-hover-69ea5cc28911e:hover {-webkit-box-shadow: none;-moz-box-shadow: none;-o-box-shadow: none;box-shadow: none; z-index: 1;}</style>");})(jQuery);</script></div></div></div></div><div class="dfd-spacer-module"  data-units="px" data-wide_size="50" data-normal_resolution="1024" data-normal_size="" data-tablet_resolution="800" data-tablet_size="" data-mobile_resolution="480" data-mobile_size="" style="height: 50px;"></div>
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			<h4>Sinopse</h4>
<p>Beatriz precisa se reinventar quando troca a capital pelo interior de São Paulo no início da pandemia. Aproveita a mudança para apostar no sonho de viver do que planta e mostrar que é possível uma relação menos brutal com a natureza. Como contraponto ao canavial sem fim, cria a Reflorestadeira, uma escola de agrofloresta em uma antiga fazenda de café que ensina como regenerar áreas degradadas e produzir alimentos sem agrotóxicos.</p>
<p>Seus sócios, os primos Juliana e Filadelfo, são herdeiros de uma antiga fazenda de café e têm outras preocupações. Filadelfo volta da França para concluir a pesquisa de doutorado sobre inteligência artificial e microclimas. Juliana cuida da transformação das casas da colônia em um hotel-fazenda.</p>
<p>Entre oficinas de plantio e manejo, Beatriz se apaixona, enfrenta pressões do agronegócio e se surpreende quando a Reflorestadeira viraliza. Nem toda exposição, porém, é o que aparenta. Cuidar do fim do mundo tem seu preço.</p>

		</div> 
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			<p>Ana Carmen Foschini nasceu em São Paulo. Jornalista e escritora, é formada em Rádio e TV pela ECA (turma 1981) e pós-graduada em escrita de ficção pelo Instituto Vera Cruz. Foi repórter e editora da grande imprensa, trabalhou em rádio, televisão, portais e comunicação corporativa. Escreveu quatro livros para contribuir com o letramento digital nos países de língua portuguesa. Adora plantas e natureza, faz cursos práticos sobre agrofloresta. Perde o sono com a emergência climática.</p>

		</div> 
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			<h4>Trecho do livro</h4>
<blockquote><p>
<em>Máquinas cavoucam as plantações como robôs em Marte. Onde vim parar. A colheita é mecanizada e as dimensões, superlativas. O treminhão quer passar – três carrocerias interligadas e abarrotadas de cana-de-açúcar limpa e cortada em pedaços uniformes. Vou encostar a bicicleta, o jeito é engolir pó. Não quero me arriscar no labirinto do canavial, não hoje. Um dia importante, vamos começar nossa agrofloresta. No lugar mais seco, quem diria, que é para todo mundo acompanhar a transformação. Sair de São Paulo foi a melhor coisa, por que esperei tanto?</em>
</p></blockquote>

		</div> 
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Serviço</h4>
<p>O lançamento de “Reflorestadeira” será na quinta-feira, 5 de fevereiro, das 18h às 22h, na Livraria e Café Patuscada (Rua Luís Murat, 40, Vila Madalena, São Paulo).</p>
<p>Para mais informações, acesse o site da <a href="https://www.editorapatua.com.br/reflorestadeira-romance-de-ana-carmen-foschini/p">Editora Patuá</a>, onde é possível encomendar o livro para ser retirado na noite de autógrafos.</p>

		</div> 
	</div> </div></div></div></div>
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ana Valéria Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 18:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1983]]></category>
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					<description><![CDATA[Depoimento Ana Valéria Haddad (Jornalismo 1983)]]></description>
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			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Aluno</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Ana Valéria Haddad</td>
<td>1983</td>
<td>Jornalismo</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Michael Ruman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 21:54:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade e propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1980]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1981]]></category>
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					<description><![CDATA[Depoimento de Michael Ruman]]></description>
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			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Aluno</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Michael Ruman</td>
<td>1980</td>
<td>Publicidade e Propaganda</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>1981</td>
<td>Cinema</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Curta “Além das Estrelas” (1983)</title>
		<link>https://www.agoraeca.com.br/2026/01/21/curta-alem-das-estrelas-1983/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=curta-alem-das-estrelas-1983</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 17:42:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em aula]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[em aula]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1981]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<p>Filmagem do curta “Além das Estrelas”, projeto de terceiro ano do curso de Cinema da ECA, turma 1981.</p>
<ul>
<li><strong>Roteiro e direção:</strong> Roberto Moreira</li>
<li><strong>Produção:</strong> Ana Giannasi</li>
<li><strong>Fotografia:</strong> Marcelo Durst</li>
<li><strong>Som direto, edição de som, foley e mixagem:</strong> Eduardo Santos Mendes</li>
</ul>
<p><strong>Sinopse:</strong> Dois amigos almoçam em um restaurante no centro de São Paulo. Através da conversa entre os dois, e partindo do teor da conversa, começa uma associação de imagens tentando ampliar a visão do espectador sobre a construção do mundo e da sociedade em que vivemos.</p>
<p>Na foto (da esquerda para a direita): <a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/04/14/adriana-komives/">Adriana Komives</a>, Roberto Moreira, Ana Giannasi, <a href="https://www.agoraeca.com.br/2023/09/22/memorias-de-hot-dog-e-muito-mais/">Francisco Cesar (Chiquinho)</a>, Marcelo Durst e Susana Kourjian. (Adriana e Susana são da turma de 1982. Chiquinho era aluno ouvinte).</p>
<p>No reflexo do vidro do aquário tem a Eleonora Casali tirando a foto e o ator que vai fazer a cena. Atrás da câmera está o Fernando Bonassi.</p>

		</div> 
	</div> 
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		<item>
		<title>Kaique Gomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 15:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[editoração]]></category>
		<category><![CDATA[turma 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Depoimento de Kaique Gomes, Editoração, 2024]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<table class="tabela_ex_alunos">
<tbody>
<tr>
<th>Aluno</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
</tr>
<tr>
<td>Kaique Gomes</td>
<td>2024</td>
<td>Editoração</td>
</tr>
</tbody>
</table>

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		<title>“Horta das Corujas”: quando o verde encontra o concreto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 16:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÁgoraECA resenha]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1983]]></category>
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					<description><![CDATA[Resenha de Jennifer Monteiro sobre o livro "Horta das Corujas", da jornalista e ambientalista Claudia Visoni]]></description>
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			<h5><em>Texto de Jennifer Monteiro sobre o livro </em>“<em>Horta das Corujas: Minha História de um Pequeno Paraíso em São Paulo e Guia para Plantio Urbano”, da jornalista Claudia Visoni</em></h5>
<p>Sou apaixonada por plantas – semear, ver germinar, cuidar, colher. Participo de grupos virtuais que compartilham o mesmo sentimento e até criei um perfil nas redes sociais chamado <a href="https://www.facebook.com/QuemPlantaSeusMalesEspanta">“Quem Planta Seus Males Espanta”</a>. E poucas histórias conversam tanto com esse meu lado quanto a da <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/06/21/claudia-visoni/">Claudia Visoni</a>, minha amiga dos tempos de <strong>ECA-USP</strong> (ela em Jornalismo, eu em Publicidade). Ver a trajetória dela brotar em livro foi como abrir um canteiro de memórias e possibilidades.</p>
<p>Fui ao lançamento de<strong> <em>“</em><em>Horta das Corujas: Minha História de um Pequeno Paraíso em São Paulo e Guia para Plantio Urbano”</em></strong><em>, na Livraria da Vila, em janeiro de 2024. </em>Li o livro em seguida, num fôlego só.</p>
<p>A <strong>Claudia</strong> conta como foi se transformando de jornalista a <strong>agricultora urbana</strong> e como nasceu a <a href="https://www.instagram.com/hortadascorujas/">Horta das Corujas</a>, na zona oeste de São Paulo. É uma obra com duas almas: relato afetivo de bastidores + guia prático para quem quer plantar em casa, no prédio ou num terreno coletivo. Essa mistura funciona lindamente – a gente se emociona com as batalhas dela e de seus companheiros de empreitada e, de página em página, já quer pôr a mão na terra.</p>
<p>Foi justamente o lado “guia prático” que me fez voltar ao livro na primavera de 2025, em busca de dicas de preparo de hortas e de plantas fáceis de cultivar. E, junto das informações que eu procurava, veio a ideia de falar um pouco mais da obra e também do trabalho da <strong>Claudia</strong>, para que mais pessoas possam se inspirar por eles.</p>
<p>A <strong>Horta das Corujas</strong>, que dá nome ao livro, fica em <strong>Vila Beatriz/Alto de Pinheiros</strong> e virou referência de ativismo urbano, mutirão e cuidado com o comum. O livro ajuda a entender o “como” e, principalmente, o “porquê”: agricultura urbana é também política pública, cidadania, clima, saúde do bairro. Não é só alface: é cidade viva.</p>
<p>Na parte “mãos na terra”, a <strong>Claudia</strong> ensina o básico bem-feito: preparo do solo, compostagem, manejo no ambiente urbano, convivência com pragas sem terror, organização comunitária… Tudo escrito por quem já acumulou muita terra debaixo da unha e aprendeu errando e acertando. Detalhe que amei: a edição foi impressa com <strong>tinta à base de soja</strong>, coerente com a mensagem ambiental.</p>
<p>Quando terminei a leitura, caiu a ficha: eu acompanhava a <strong>Horta das Corujas</strong> pelas redes e pela mídia há anos – mas nunca tinha ido lá. Fui. E ver o espaço ao vivo foi a confirmação de uma intuição antiga: <strong>dá, sim, para melhorar a cidade com gestos pequenos e teimosos</strong>. A horta é convite aberto a aprender, partilhar e cuidar.</p>
<p>Também me atravessou uma lembrança de família: na época dos nossos avós e bisavós, quase todo mundo tinha “hortinha” no quintal. Isso foi se perdendo, e parece que mexer na terra virou uma atividade “menor”. Devagar isso está mudando (graças a Deus) – mesmo em apartamento, tem gente retomando esse hábito de ter vasinhos de ervas. Quem sabe isso possa se expandir para terrenos ociosos, criando novas “corujas” por aí. O livro dá mapa e coragem para isso.</p>
<p>Se você gosta de plantar – como hobby, terapia ou missão, não importa – saiba que há por aí um monte de gente que também está nessa sintonia. Encontre o grupo que tenha mais a sua cara – as redes sociais estão aí para ajudar nisso – e mãos à obra (ou melhor dizendo, mãos a terra)!</p>
<p><strong>Veredito:</strong> um abraço com propósito. A <strong>Claudia</strong> narra e ensina, sem pedantismo, o bastante para a gente fechar o livro com vontade de procurar sol, água e vizinhos!</p>

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			<p><strong>Título: </strong>&#8220;Horta das Corujas &#8211; Minha História de um Pequeno Paraíso em São Paulo e Guia para Plantio Urbano&#8221;<strong><br />
Autora:</strong> Claudia Visoni<strong><br />
Editora: </strong>Bambual Editora<strong><br />
Ano de publicação: </strong>2024</p>
<h5>Pra quem é:</h5>
<ul>
<li>Quem ama plantas e precisa de um empurrão para começar.</li>
<li>Quem educa, mobiliza e gere espaços públicos.</li>
<li>Quem acha que “cidade” e “comida de verdade” não cabem na mesma frase – e topa se surpreender.</li>
</ul>

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			<h4>Sobre a autora</h4>
<p>Formada em Jornalismo pela ECA (turma 1983), Claudia Visoni é ambientalista, agricultora urbana e ativista. É cofundadora do grupo <a href="https://www.facebook.com/groups/horteloes"><strong>Hortelões Urbanos</strong></a>, da <a href="https://www.facebook.com/UniaodeHortasSP"><strong>União das Hortas Comunitárias de São Paulo</strong></a> e da <a href="https://www.facebook.com/groups/hortadascorujas"><strong>Horta das Corujas</strong></a> – primeira horta comunitária em praça aberta de São Paulo, que se tornou referência nacional em agricultura urbana e ocupação saudável do espaço público.</p>
<p>Claudia também é coordenadora da <a href="https://www.facebook.com/frentealimenta"><strong>Frente Alimenta</strong></a> (iniciativa de combate à fome e apoio aos pequenos agricultores agroecológicos), criadora/apresentadora do <strong>programa Semana da Terra</strong> e organizadora do <a href="http://Festival de Agricultura Urbana de São Paulo"><strong>Festival de Agricultura Urbana de São Paulo</strong></a>.</p>
<p>É presidente da <a href="https://pequenosparaisos.com.br/"><strong>ONG Instituto Pequenos Paraísos</strong></a>, onde usa sua expertise para apoiar pessoas e grupos que estão abraçando o desafio de criar lugares acolhedores e regeneradores, sobretudo nas periferias. A entidade conecta grupos ambientalistas que precisam de recursos a pessoas e empresas dispostas a doar dinheiro para projetos locais e comunitários que promovem melhorias em espaços públicos. Se você puder colaborar doando ou divulgando essa iniciativa, mande um Whatsapp para 11 91557-4300.</p>

		</div> 
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><em><a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/06/03/jennifer-monteiro/">Jennifer Monteiro</a> é publicitária formada pela ECA-USP (turma 1983), com pós-graduação em Comunicação Digital também pela ECA. É sócia da Presença Propaganda e uma das integrantes do ÁgoraECA.</em></p>

		</div> 
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		<item>
		<title>ECA 60 anos &#8211; Selo Comemorativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 16:04:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECA 60 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Dorinho Bastos]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Neste vídeo, <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/10/08/assim-nasceu-a-eca-jr/">Dorinho Bastos</a> conta sobre a criação do selo comemorativo dos 60 anos da ECA, pensado por ele junto com Susana Narimatsu, como parte das comemorações da efeméride neste ano de 2026.</p>
<p>Designer gráfico e cartunista, Dorinho Bastos é professor do curso de Publicidade e Propaganda da ECA desde 1975. Susana Narimatsu é mestre pela ECA e trabalhou no setor de Comunicação da escola.</p>
<p>Viva os 60 anos da Escola de Comunicações e Artes da USP, criada em junho de 1966 como <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/04/28/e-assim-foi-criada-a-eca/">Escola de Comunicações Culturais (ECC)</a>.</p>

		</div> 
	</div> 
		</div> 
	</div> 
</div></div>
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		<item>
		<title>“O espírito de um tempo de lutas”, de José Ruy Gandra</title>
		<link>https://www.agoraeca.com.br/2025/12/17/o-espirito-de-um-tempo-de-lutas-de-jose-ruy-gandra/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-espirito-de-um-tempo-de-lutas-de-jose-ruy-gandra</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ágora ECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 18:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÁgoraECA resenha]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[turma 1981]]></category>
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					<description><![CDATA[Resenha de Fernando Brengel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div  class="vc_row vc-row-wrapper "  data-parallax_sense="30"><div class="wpb_row row" >
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			<h4><em>O autor (Jornalismo 1981) lança obra de resgate da memória da turma de 1976 da Faculdade de Direito da USP. A oposição à ditadura, entre outras histórias, compõe o relato do então calouro. Acompanhe a resenha de </em><a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/03/17/fernando-brengel/"><em>Fernando Brengel</em></a><em> (PP 1982).</em></h4>

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			<p>As Arcadas. Ah, as Arcadas! Tornar-se aluno da Faculdade de Direito de São Paulo, localizada no Largo de São Francisco, é a realização de um sonho para gerações que se sucedem há quase dois séculos.</p>
<p>Abolicionistas, republicanos, conservadores, revolucionários, centrados e transgressores sabem da importância e do legado construído nos espaços do imponente prédio em estilo neocolonial, um dos cartões-postais da capital paulista, em que estudaram personalidades como Ruy Barbosa, Prudente de Moraes, Monteiro Lobato, Ulysses Guimarães, Miguel Reale Junior e o atual ministro da Fazenda Fernando Haddad.</p>
<p>Uma história das mais ricas, retratada por um de seus atores, o bacharel em Direito, historiador e jornalista <strong>José Ruy Gandra</strong>. Zé Ruy para os conhecidos e, agora, para quem deseja ganhar intimidade com a sua obra, <strong>“O espírito de um tempo de lutas”</strong>.</p>
<p>Centrado na turma de 1976, a qual pertencia o autor, a narrativa resgata a memória de um período conturbado. Em meio às feridas abertas pelas mortes de <a href="https://www.agoraeca.com.br/2021/07/07/professores-vladimir-herzog/">Vladimir Herzog</a> e do operário Manoel Fiel Filho no DOI-CODI, os estudantes vestiram-se da coragem necessária para desafiar o arbítrio. Aos poucos, voltaram a agir às claras, e de maneira continuada, contra os desmandos dos tempos de exceção.</p>
<p>Fruto dessa postura firme e determinada – bem como em resposta ao Pacote de Abril do general-presidente Ernesto Geisel, que em 1977 fechara o Congresso Nacional – o professor da casa Goffredo da Silva Telles foi um dos autores da crucial “Carta aos Brasileiros”, documento lido por ele nas dependências da faculdade. O positivo eco social ao seu conteúdo, que entre outros frisava que a “Ditadura é o regime que governa para nós, mas sem nós”, atraiu para a SanFran e seus discípulos a ira da repressão.</p>
<p>Duas semanas após esse marco da insubordinação ao regime, o secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo, coronel Erasmo Dias, cercou a entidade e, com cães, cavalos e a tropa de choque, ameaçou tomá-la à força. O rescaldo da situação pode ser observado no trecho a seguir:</p>

		</div> 
	</div> 
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<blockquote class="dfd-textmodule-blockquote"><p>
“Foi um dia de medo, mas quase épico em nossas cabeças ainda um tanto juvenis. A PM estava decidida e pronta para invadir as Arcadas. Em meio à fumaça ardente e jatos de tinta vermelha, cantamos o hino nacional a plenos pulmões. Estávamos prontos para o pior. Dizem que o coronel Erasmo só não consumou a invasão por interferência do governador Paulo Egydio Martins”.
</p></blockquote>

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	</div> 
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			<p>Mais tarde, naquele mesmo ano, estudantes e ativistas reunidos na PUC sentiram na pele a realização do intento autoritário, que teve na SanFran seu campo de treinamento. A tropa de um soberbo e truculento Erasmo Dias invadiu as dependências da universidade católica munida não de livros, mas de materiais pouco afeitos a um campus: bombas de gás lacrimogênio, cassetetes e fúria incontida. Muita gente saiu ferida e presa. O oficial em questão, satisfeito por cumprir com esmero a sua tarefa repressiva, vociferou na imprensa ter cumprido ordens e vir a fazê-lo tantas vezes quanto fossem necessárias. Enfim, passou para a História como um homem covarde, detestável, abjeto.</p>
<p><strong>“O espírito de um tempo de lutas”</strong>, no entanto, não gira em torno somente de coturnos e baionetas. Na verdade, do começo ao fim é um grande exercício de gratidão. Sentimento que transborda nos relatos dos ex-alunos, nas passagens em que homenageia os funcionários da entidade – entre eles o célebre Vitão, agitador cultural, merecedor de um livro à parte – assim como nas lembranças de professores singulares, mestres que marcaram a vida e a carreira de tantos que testemunharam as suas cátedras. Mais: entre divertidas penduras e icônicas peruadas, o conteúdo convida a conhecer episódios do Centro Acadêmico XI de Agosto. Uma forma simpática e envolvente de fazer o leitor respirar um pouco dos ares acadêmicos, capazes de oxigenar corações e mentes.</p>
<p>Com prefácio de Celso Campilongo, um dos tantos alunos das Arcadas, atual diretor da instituição, <strong>José Ruy Gandra </strong>estruturou um texto capaz de despertar o interesse tanto dos que vivenciaram o período como, e principalmente, de todos que, de forma vigilante e dedicada, propõem-se a zelar pelos maiores bens de uma sociedade: a liberdade, a democracia e a possibilidade de plantar um futuro que não envergonhe quem quer que seja.</p>

		</div> 
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			<h4><strong>O autor</strong></h4>
<p>Jornalista, historiador e bacharel em Direito, José Ruy Gandra formou-se na Faculdade de Direito da USP e cursou dois anos de Jornalismo na ECA, turma de 1981. Autor do sucesso “Coração de pai – Histórias sobre a arte de criar filhos”, lança a sua segunda obra, “O espírito de um tempo de lutas”. Com passagens por reconhecidos veículos de comunicação – Folha de S. Paulo, Veja, Exame, TV Globo – o jornalista é diretor da Gandra Livros sob Medida.</p>

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			<h4>Serviço</h4>
<p>“O espírito de um tempo de lutas – Direito USP, Turma 1976-1980: a geração que encurralou a ditadura”, José Ruy Gandra, 190 páginas. Gandra Livros sob Medida, 2025, à venda na Livraria da Vila.</p>

		</div> 
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			<p><strong><a href="https://www.agoraeca.com.br/2022/03/17/fernando-brengel/">Fernando Brengel</a></strong> é publicitário formado pela Escola de Comunicações e Artes da USP &#8212; ele entrou na turma 1982, mas acabou fazendo o curso de Publicidade e Propaganda com a turma de 1983. É diretor de criação da agência Presença Propaganda e diretor da Empório Barilotto Bebidas &amp; Sabores.</p>

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			<h4>Leia também:</h4>

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		<title>Martim Mendes</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 22:12:20 +0000</pubDate>
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<th>Aluno</th>
<th>Turma</th>
<th>Curso</th>
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<tr>
<td>Martim Mendes</td>
<td>2025</td>
<td>Audiovisual</td>
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